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segunda-feira, 15 de abril de 2013

No regrets - Capítulo seis

Bati freneticamente na porta da casa dela.

- Já vai. – Stella gritou lá de dentro. – Justin, o que houve?

- Preciso falar com a Giovanna

- Filha! Querida!

- Não quero falar com você! Não vou descer e não estou com fome! – Ela gritou lá de cima

- Pode ir lá, se quiser. – Stella disse.

- Obrigado. – Subi a escadas correndo e bati na porta do quarto dela.

- EU NÃO QUERO FALAR CO...- Ela abriu a porta. – Ah, oi, Justin. Que cara é essa? Entra aí. – Entrei no quarto dela cercado de pôsteres da gostosa da Demi Lovato e dos caras do Guns’n’Roses, The Beatles, Aerosmith e One Direction. É, ela tem um gosto bem diversificado.

- Bom. Não grita. Não fala nada. Só escuta. – Sentei na cama do lado dela. Tudo bem que ela é a minha melhor amiga e tal, tem todo aquele negócio de respeito, mas eu não pude deixar de reparar que ela estava muito sexy com a blusa escrito Shit Happens decotada demais que realçava os seus seios.

- Tá, tá. Fala logo.

- Eu conversei com a minha mãe, disse que você estava muito triste por que sua mãe te matriculou num colégio interno lá na put* que pariu. E aí eu pedi pra ela me matricular também. No início ela não deixou mesmo, mas aí ela pensou melhor, conversou com o meu pai e eles concordaram. – Enquanto eu falava o sorriso dela ia se abrindo cada vez mais até ela estar quase vomitando arco-íris.

- AAH! VOCÊ É O MELHOR AMIGO DO MUNDO! TE AMO! TE AMO! TE AMO! – Ela voou no eu pescoço e me deu beijinhos na bochecha depois voltou ao “normal”. – E qual foi o argumento que você usou para convencer os seus pais. Por que eu duvido que a Pattie que eu conheço ia deixar você ir para outro país morar lá só por causa da sua melhor amiga. – Ela cruzou os braços. Meu Deus, tô sentindo o meu amigo ficar animado por que os seios dela estão quase pulando pra fora da blusa. Ótimo momento, com certeza.

- Foi meio louco na verdade... Eu disse que... Disse que eu gostava de você. – Ela caiu na risada e só parou quando acho que devia... Dois minutos depois.

- Você disse que estava afim de mim?

- Foi. – Ri e entrei na brincadeira pra ela não pensar que é mesmo verdade.

- Ok. Você deveria entrar na faculdade em artes cênicas. – Ela disse ainda rindo.

* * * 

Voltei para o meu quarto para terminar de estudar e escutei alguém batendo na porta.
- Entra. – Virei a cadeira e era o meu pai encostado na soleira da porta. Ele parece um cantor de rock. Como cabelo baixo, tatuagens e aquele bigodinho. – Fala, pai.

- Então você está gostando dela.

- Pois é... – Assenti. Mentiiiraaa. Meu pai entrou no quarto e sentou na minha cama.

- Filho. A gente precisa ter uma conversa. - Não. Nem rola.

- Pai. Eu já sei tudo que eu tinha que saber. Não precisa conversar isso. A informação tá aí. Meu colégio distribui camisinhas o tempo todo. – Tampei os ouvidos e fechei os olhos.

- Ótimo. – Ele levantou da cama. – Seria constrangedor pra mim também. Boa noite, filhão. – Ele saiu do quarto. Ufa. Escapei.

Mais tarde, quando eu fui dormir, fiquei pensando se eu tinha apenas arrumado um argumento aleatório pra ir para a Waverly ou se eu gosto dela e quero ficar perto. Tá, eu tô parecendo um viad* pensando isso.

Giovanna P.O.V.

Ok. Foi uma bomba. Pensei quando fui dormir. Parece até comédia romântica, mas será que ele gosta mesmo de mim ou foi só pra poder ir para a Waverly comigo? Ai, que idiota que eu sou. Acorda, garota, ele é o seu melhor amigo desde sempre, não é possível que alguém que te conhecesse tão bem ainda gosta de você. Chata, irritante, implicante e orgulhosa.
- Gostando de mim... Humpf... – Falei no silêncio do meu quarto, adormecendo logo depois.

* * * 

- Vai na festa de Ano Novo do Peter? – Brett perguntou dando uma mordida no seu bolinho.

- Não sei... Você vai? – Justin perguntou

- Só se vocês forem. Já que vai ser a última festa de Ano Novo que vocês vão passar com a gente.

- Para de ser melodramática, Brett. Vamos vir todos os anos para passar o Ano Novo e o Natal aqui. – Eu disse bebendo um gole do suco de laranja aguado da cantina da escola.

- A Dia de Ação de Graças também. – Justin complementou.

- Mas não vai ser a mesma coisa.

- Eu sei. Faremos falta... – Respondi, convencida

- Mas voltando ao assunto da festa. – Chris.

- Tá. Talvez eu vá com vocês. – Justin

- Eu também. – Respondi.

- Então. Onde que é mesmo, Chris?

- É naquele condomínio legal. O... Springs.

- Perto do clube? - Perguntei

- É.

- Então estou dentro. – Justin falou

- Eu também. – Eu concordei

- Party and bullshit? – Brett perguntou, sorrindo

- Party and bullshit. – E Justin afirmamos.

* * * 

Eu estava me sentindo deslumbrante com a roupa que eu escolhi pra passar o Ano Novo com os melhores:
Deve ser esse salto Marc By Marc Jacobs que eu ganhei de natal da minha mãe. Brett disse pra eu comprar esse vestido no meio de um monte que eu experimentei por que ele valorizava meu peito. Ela me intimou a comprar, na verdade. Mas eu fiquei legal com ele.

                                                                                                                                                                   
Geeeenteeee. Oii. Então, obrigada pelos comentários e a leitora novaaaa! Sério, valeu mesmo, eu fiquei hiperfeliz. Continuem comentando. Amo vocês. Beijos com açúcar colorido pra vocês. Gi!



sexta-feira, 12 de abril de 2013

No regrets - Capítulo cinco

                                                                           * * *

- Já carregaram o vídeo no Youtube. – Justin me disse no chat e me mandou o link. Eu cliquei e vi o vídeo. Deu até pena do Tyler, acho que exagerei. Odeio quando me desafiam.
- É... Desculpa aí por ter usado como cobaia. Haha. – Respondi.

- Adorei ser sua cobaia.
- Ainda bem que você entendeu o recado e agiu como se fosse total profissionalismo.
- E quem disse que não foi? Hahaha.

- Minha mãe tá me chamando. Beijos, cobaia.
- Tchau, atriz.

- Tchau, cobaia.
* * *
- E por que você não me avisou antes? – Perguntei quase berrando.
- Você nunca ia concordar. – Minha mãe respondeu.
- E assim você acha que eu vou concordar? Você vai estragar a minha vida, entende?
- Filha. Foi necessário. É pelo seu futuro.
- E VOCÊ ACHA QUE DESSE JEITO VAI MELHORAR? EU VOU PARA NUM MANICÔMIO!
- Filha... – Minha mãe falou. Não deu tempo, eu subi as escadas correndo e me tranquei no meu quarto. Nunca mais quero sair daqui. Quero esquecer que eu existo. Esquecer que um dia eu existi. Esquecer que eu vim parar nesse mundo por algum acaso.

* * *

Justin P.O.V.

Quando cheguei a escola, ela estava sentada num degrau da escada escutando música e estava com uma cara terrível. Parece que havia chorado a noite inteira. Ela estava escutando música com a cabeça encostada no corrimão. Sentei-me ao lado dela.
- Oi.
- Ah. Oi. – Ela virou-se para mim e tirou um dos fones.
- Você está com uma cara péssima.
- Obrigada, Justin. Toda menina adora escutar isso de manhã.
- É TPM?
- Não.
- É por causa do viadinh* do Tyler?
- Não.
- Tá grávida? – Perguntei tentando fazer graça.
- Não... – Não funcionou.
- Pode me dizer o que aconteceu? – Ela deu um suspiro intenso e tirou uma mecha de cabelo do rosto.
- Não fala nada. Só me escuta. Depois das férias de inverno, minha mãe vai me mandar para um colégio interno. Waverly Academy. Fica em Rhinecliff, New York e ela já fez a matrícula. Ele disse que é para o meu bem por que essa escola não está mais me “fazendo aflorar o meu potencial” e a Waverly é uma escola preparatória. – Enquanto ela cuspia as palavras, as lágrimas rolavam pelo seu rosto totalmente maquiagem, o que eu acho bem estranho, já que ela sempre passa aquele troço rosado nas bochechas e um pincel preto nos cílios.
- V-você vai pra um colégio interno?
- Foi o que eu disse.
- Não. Não pode. Não tem como.
- Ela já fez a matrícula. Vou me formar lá. . – Sequei uma lágrima dela com o polegar e ela fechou os olhos. Odeio vê-la chorando. Odeio muito.

* * *
- Mãe. Você me ama muito, né?
- Amo, filho. Meu bêbêzinho fofinho do meu coraçãozi... – Minha mãe começou, mas eu a interrompi.
- Tá, tá. Menos, mãe... Você gosta da Giovanna?
- Claro. Ela é muito querida. Por quê? – Expliquei pra minha mãe toda a situação dela e implorei pra ela deixar.
- Você tá é maluco que eu vou deixar você ir para um internato só por que a sua melhor amiga vai.
- Mãe. Ela é a minha melhor amiga e estava chorando hoje. Eu detesto vê-la assim. Por favor. Eu acho que... que... acho que eu gosto dela... – Tá. Ela era minha amiga, e eu não gostava dela desse jeito. Mas eu precisava convencer a minha mãe de que eu tinha um ótimo motivo para ir para outro país.
- Você gosta dela. Quer dizer gostar mesmo?
- Sim. Gosto. – Abaixei a cabeça.
- Justin. Não sei. É outro país. E você vai morar lá. Não sei mesmo.
- Mãe. Pense bem no assunto. Fala com o meu pai e depois me dá uma resposta, ok?
- Filho...
- Pensa. Por favor. Eu gosto dela mesmo. – Santa pressão psicológica. Fiz uma saída teatral da cozinha e fui para o meu quarto. Tomara que tenha funcionado.

* * *

Estávamos voltando da escola no dia seguinte e ela continuava com a mesma cara triste e desolada. Fiquei tentando animá-la o dia inteiro, até zoei o professor de Espanhol e o fato dele parecer um Kinder Ovo e nem isso a fez abrir nem um sorrisinho que seja.
- Você não vai querer as balas Razzle?
- Não. Valeu. Tô legal.
- Eu sei que não... Só dá um sorrisinho.
- Justin, eu vou pra um internato, não tem como eu sorrir.
- Então eu vou fazer cócegas em você. – Segurei na cintura dela e fiz cosquinhas e só parei quando finalmente escutei a sua risada.
- Você é muito irritante, sabia?
- Sim. E você é muito resmungona.
- Posso estar resmungona, mas não sou. – Ela me deu língua

* * *

- Filho... – Já estava de noite e minha mãe chegou no meu quarto quando eu estava estudando.
- Diga. Pensou sobre o internato?
- Eu conversei com o seu pai...
- E ele disse... – Deus, eu estou morrendo por dentro pra saber.
- Ele concordou. Foi difícil, mas eu expliquei a sua situação pra ele. – Ele acreditou cara.
- ELE CONCORDOU? MÃE EU TE AMO! OBRIGADO! VOCÊ É A MELHOR
- Se...
- Se o que?
- Se você fizer uma ligação de vídeo todos os domingos e vier pra cá em todos os feriados prolongados de mais de três dias. Incluindo Ação de Graças, Natal e Ano Novo. Eu já... fiz a matrícula hoje de manhã
- Claro. Todas as condições aceitas. Contanto que eu vá para lá, está ótimo. Você é a melhor mãe de todas no universo. – Abracei a minha mãe quase sufocando-a, e beijei sua bochecha quase fazendo um buraco. É. Eu sou meio exagerado.


Oi flores! Tudo bem com vocês? Então, gostaram? Comentem aqui embaixo qual foi a reação de vocês. Esperando as "leitoras fantasmas" interagirem comigo... Emfim, beijocas com estrelinhas de pasta americana. Gi!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

THE HEART NEVER LIES

Capítulo 3 - Let the games...

Porque matemática tem que ser tão complicado? Pra que equação, conjuntos,par ordenado e muitas outras coisas? Eu só irei precisar enquanto viver de quatro coisas: adição, multiplicação, subtração e divisão. Somente isso. Vou chegar na padaria e falar " você poderia me dá a raiz quadrada de nove de pão? " nunca! Pelo amor de Deus né?
Mas enfim, faltam cinco minutos para o sinal bater para irmos para casa, e preciso confessar que não prestei atenção em nenhum dos três últimos tempos de matemática. Ah fala sério, eu já sei que vou passar, estamos na última semana!
- Caramba, são os cinco minutos mais longos da minha vida! - Andressa exclamou e depois escorregou na cadeira.
- Nem fale... - eu disse enquanto bocejava.

Finalmente o sinal bateu. Soquei meus livros e meus cadernos dentro da mochila e sai da sala com Andressa.
Andamos até nossos armários e no meio do caminho encontramos Lari e Gi.
- Day, será que eu poderia ficar lá na sua casa até minha mãe chegar do trabalho? Sabe como é né... Estou sozinha em casa e minha mãe pediu pra eu ficar na sua casa... - Lari perguntou.
- Claro que pode pirralha - eu ri - Nem precisava perguntar sua boba - ela me deu língua.
Deixei os livros dentro do armário e peguei meu long.
- Vamos então? - Gi falou.
- Vamos - disse eu e as meninas em uníssono.

- Você só ferra comigo Dayane! Sua imbecil! - Lari gritava ofegante e soando enquanto eu abria a porta de casa. Eu apenas ria. Eu vim remando no long e ela correndo atrás de mim para me acompanhar.
- Te amo bebêzinha! - mandei beijo pra ela e entramos em casa.
- Day? - minha mãe surgiu na sala secando as mãos em um pano de prato. - Oi Lari, como você está? - minha mãe abraçou Lari.
- Oi tia, estou bem e a senhora? - ela sorriu mostrando seu sorriso de grade ( por causa do aparelho) hahaha.
- Tudo bem. Bom, lavem as mãos que eu vou preparar um lanche pra vocês tá bem?
- Sim senhora - eu e Lari dissemos em uníssono e depois rimos.
Subimos as escadas e fomos ao banheiro do corredor e lavamos as mãos.
Assim terminado, descemos e voltamos para cozinha e nos sentamos nas cadeiras do balcão.
- Cadê o Zayn mãe? - perguntei enquanto colocava suco no meu copo e no de Lari.
- Ah, foi para casa do Niall jogar video game- minha mãe revirou os olhos. Eu sei o quanto ela odiava essa vagabundagem de Zayn. Afinal, ele tem 20 anos e nunca arrumou um empregou ou até mesmo foi procurar um. E também nunca mostrou o menor o interesse para entrar em uma faculdade.
- Niall? - Lari perguntou enquanto enfiava um pedaço de cookie na boca.
- É Lari, o Niall. Meu melhor amigo, irlandês, loirinho...
- Eu sei idiota! Odeio ele.
- Ué, por que? - perguntei indignada. Não havia motivos nenhum para ela o odiar, Niall sempre a tratou muito bem, assim como todas as outras meninas.
- Porque sim, oras!
- Falo nada sabe - tomei um gole de suco.
Tem coisa ai...

- Tchau amiga! - acenei para Lari que já estava dentro do carro indo embora.
Olhei em meu relógio no pulso a hora e marcavam 7:00pm.
- Mãe, o Zayn tá demorando não é? - eu disse enquanto entrava para casa e fechava a porta.
- Está mesmo filha, e eu não consigo ligar nem para ele e nem para o Niall.
- É que na casa do Niall só tem área no quarto dele e provavelmente eles estão na sala.
- Ai meu Deus, vamos lá buscar ele? Não sei onde é.
- Ok mãe, vou apenas pegar meu celular no quarto.

- Você vai lá chama-lo Day? - minha mãe perguntou enquanto desligava o carro.
- Claro, já volto - sai do carro e atravessei a rua parando em frente a uma pequena porta de ferro. A abri e subi um lance de escadas chegando finalmente a porta de Niall. Então, dei 3 batidas na porta.
- Caralho Zayn, abre lá, eu estou quase vencendo o Justin- escutei Niall berrando.
Argh, Justin estava lá.
- Espero que seja a gostosa da sua vizinha - Zayn disse logo após soltou uma risada. Meu irmão é um idiota né?
- O que você está fazendo aqui? - Zayn disse/berrou, assim que abriu a porta e me viu.
- Ah, mamãe estava preocupada com você, pois você está fora de casa desde cedo e não atende o celular, então viemos te buscar - entrelacei meus dedos com a mão em frente ao meu corpo e dei o sorriso mais fofo. - Niall! - entrei no apartamento e me joguei no colo dele, que acabou largando o controle do Xbox.
- Oi linda! - ele me deu um beijo na bochecha.
- Porra Niall, se concentra no jogo! - Justin disse irritado sem tirar os olhos da tv. Ele ainda estava com o curativo na testa.
- Dá pausa ai cara, o que custa? - Niall disse tranquilamente.
- Vai se fuder cara! - Justin jogou o controle no sofá e pegou uma cerveja que estava no chão e saiu do apartamento sem se despedir de ninguém. Óbvio que ele não faria isso.
- É, ele me odeia - eu sorri para Niall que riu.
- Vamos Dayane! - Zayn me puxou pelo braço.
- Beijos baby - mandei beijo para Niall.
- Tchau Day! - ele acenou. Saímos do apartamento com Zayn falando pra caramba porque eu tinha feito Justin ir embora. O negocio é o seguinte, os incomodados que se retirem não é?


- Sentem aí que eu quero falar com vocês... - mamãe disse séria.Fodeu.
- Foi ele/ela! - eu e Zayn dissemos juntos apontando um para o outro.
- Aprontam tanto que quando vou falar algo com vocês já se protestam...- mamãe balançou a cabeça rindo- É o seguinte crianças, a tia Evelyn de Los Angeles,ligou para mim enquanto vocês estavam no apartamento de Niall, dizendo que vai viajar nessas férias de verão para o México, e quer alguém cuidando da casa, então ela ofereceu a casa para vocês e seus amigos.
- EU VOU COM OS MEUS AMIGOS! - eu e Zayn gritamos em uníssono.
- Eu vou com as minhas amigas! - eu disse olhando nos olhos de Zayn.
- Eu que vou com os meus amigos sua pirralha, passem as férias brincando de boneca!
- Idiota! - bati nele.
- Mãe, olha ela me batendo!
- Olha só, o negocio é o seguinte, vocês vão ter 4 dias para resolver isso, então eu proponho um desafio, quem ganhar, fica com a mansão em L.A - mamãe disse com um sorrisinho maléfico nos lábios, como se estivesse tramando algo - Quem me agradar mais até sexta, fizer tudo para mim, arrumar a casa, ir ao mercado, lavanderia e resolver outras coisas, irá ser o ganhador. Boa noite - então Sr. Malik subiu as escadas sem dizer mais nenhuma palavra. E eu Zayn permanecemos em silêncio.
- Irmãozinho, olha pra mim - puxei seu queixo com o dedo indicador - Que comecem os jogos - dei o sorriso que ele mais odiava, o sorriso desafiador. Zayn odiava quando eu dava esse sorriso.



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Oi amoresssss! Tudo bem? Então, ai um enorme capitulo para vocês! Estão gostando da ib? Espero que simmm! Muita coisas ainda estão por vir!
Obrigada pelos comentários gatinhasss, fico muito feliz com eles.
Leitora novas, sejam bem vindas, e velhinhas, rs, voltem sempre e sempre.
Leitoras fantasmas, dêem um oizinho por favorzinho, hahha.
Beeeeijos, amo vocesss!
day barreto

segunda-feira, 8 de abril de 2013

No regrets - Capitulo quatro

Eu e Tyler andamos de mãos dadas enquanto caminhávamos pelo shopping fingindo não conhecer os outros idiotas que estavam atrás de nós gritando nossos nomes como loucos. Minha mãe buzinou na porta do shopping quando foi buscar eu e Justin, Tyler fez questão de me puxar pelo braço quando eu virei e me dar um beijão, de tirar o fôlego. Quando entrei no carro Justin e minha mãe ficaram e olhando com aquele sorriso.

- Qual foi? – Perguntei.

- Nada... – Justin e a minha mãe disseram em falsete.

- Bestas... – Falei e olhei pro vidro.

* * *
- Vamos ao banheiro? – Brett perguntou na hora do recreio. O que eu achei estranho. Desde que chegamos nesse colégio, nunca vi Brett indo no banheiro da escola porque ela acha nojento. E essa é a primeira vez desde que voltamos as aulas, o que já faz três semanas.

- Cara, já estamos a dez minutos aqui dentro. Vamos logo. – Falei com a Brett.

- Espe... – Ele pegou o celular que tocou indicando mensagem. – Vamos. – Ela me puxou pra fora e eu me deparei com Tyler segurando uma rosa tingida de azul (minha cor favorita).

- Giovanna, namora comigo? – Tyler esticou a rosa pra mim e eu segurei e assenti com a cabeça. Ele puxou-me pra perto e me beijou. Bem cena de filme mesmo. Os enxeridos que ficaram olhando ficaram gritando como animais de circo. Um deles gritou um: BOA MOLEQUE! E me fez rir. Tipo, o que? Meu primeiro namorado. É estranho, nunca namorei ninguém. Tem muito idiota que fica tipo “Ah, minha melhor amiga tá namorando e não me dá mais atenção” ou “Meu amigo está namorado e só pensa nela e não se liga mais na gente” o que me deixa um pouco receosa, mas acho que isso passa. Afinal de contas, adolescência é isso, né? Certeza sobre as dúvidas.

* * *


- Mããããe!!!

- Que foi, menina? O que houve? – Minha correu pra sala quando eu cheguei da escola gritando.

- Tô namorando! – Disse com um sorriso idiota na cara

- Quem?! Aquele menino que você ficou no cinema?! – Quando eu digo que minha mãe parece uma adolescente, eu digo literalmente. De ficar histérica com uma novidade tipo essa e ficar sorrindo à toa depois que escuta o que aconteceu.

- Sim! Tyler!

- Ai, filha, que lindo! O primeiro namorado da minha filha! Ele é muito fofo, sabia? Então, me conta! Como ele pediu? Foi gentil? Na frente de todo mundo? – Contei tudo pra minha mãe depois que ela me puxou pra cozinha me fazendo comer o brigadeiro que ela fez enquanto contava algo que não demorou mais de vinte minutos.
* * *


- Amor, vamos ao boliche amanhã? – Tyler me perguntou enquanto andávamos pela escola no intervalo

- De noite? – Perguntei

- Ahan.

- Mas amanhã é a quarta da pizza com o Justin. – Respondi. Eu percebi que ele ia perguntar se podia ir e antes dele abrir a boca, continuei. – É uma coisa que inventamos na sexta série.

- Entendo. E depois de amanhã?

- Aí dá. – Dei a mão pra ele. – Não fica triste, não, tá? Você é o meu namorado. – Dei um beijo na bochecha dele.

* * *
- Acho que o Tyler ficou meio chateado quando eu disse que não dava pra ir ao boliche com ele por que era quarta da pizza.
- Chateado? Explicou pra ele que fazemos isso desde a sexta série?
- Expliquei. Acho que ele ficou com ciúme. – Dei de ombros e mordi um pedaço de pizza. A quarta da pizza funcionava assim: Uma quarta na casa de um, outra quarta na do outro. Comemos pizza, vemos um filme e depois vamos mexer no computador ver se tem alguém legal online no computador. Hoje era na casa de Justin.
- Tem alguém de interessante online? – Perguntei ao Justin me jogando na cama e pegando um exemplar dum livro que ele estava lendo.
- Não... Ah, tem. O Tyler tá online. Quer falar come ele?
- Ahan. – Levantei-me e Justin ligou a câmera. – Oi amor. – Fiquei ao lado do Justin, que estava sentado na cadeira.
- Oi gatinha. Tudo bem?
- Ahan
- Onde vocês estão?
- No meu quarto. – Justin disse. Se soou estranho, Tyler não deixou transparecer.
- Viram algum filme? – Tyler perguntou.
- Sim. Um filme chato aí. – Justin respondeu.
- Sei. – Tyler disse desatento. Ele parecia tão distante. – Vou lá. Meu pai tá me chamando. Amanhã boliche, amor?
- Claro.
- Te pego às sete.
- Beijo. – Joguei um beijo no ar pra ele e ele desconectou.
- É. Ele parece com muito ciúme mesmo. – Justin falou quando eu me joguei novamente na cama e se virou pra mim na cadeira.
- É. Mas se ele vier com qualquer palhaçada de “estou com ciúmes e não gosto de ver você com ele”, eu vou o mandar tomar no c*. – Fiquei de cabeça pra baixo na beira da cama. Adoro fazer isso. Acho que eu penso melhor assim.
- Mas ele é o seu namorado. Você não pode simplesmente manda-lo para aquele lugar mágico.
- Como eu falo então?
- “Amorzinho”. – Ele começou e eu já estava rindo. Ele fazendo voz de menina é engraçado. – “Amor da minha vida. Vai tomar no seu c*zinho lindo e cheiroso, tá? Dá beijo, dá” – Ele jogou um beijo no ar me fazendo rir. Mesmo de cabeça pra baixo, ele continua engraçado, e percebi, lindo. Imaginei o porquê de Tyler ter ciúmes. Justin é realmente lindo. Esse cabelo dele que ele joga pro lado de cinco em cinco segundos tem um caimento perfeito.
- Ai. – Levantei e sentei-me normalmente na cama. – Minha cabeça tá começando a doer.
- Só um minuto. Vai melhorar. – Ele virou-se para o computador e quando percebi a música Sad but true do Metallica já estava no último volume na parte mais barulhenta. Depois ele desligou, virou-se e sorriu.
- Ba-ba-ca. – Eu disse.
- Eu diria implicante.
- Ok. Babaca e implicante.

* * *

- Ah! Ganhei! – Eu disse. – Quem perder tinha que dar um beijo. - É idiota, eu sei, mas eu gosto. Ele me deu um beijo e se afastou.
- Vai querer comer o que?
- Sei lá. Na lanchonete do boliche tem nachos. É uma delícia. Eu vim aqui com Justin uma vez e nós comemos. São um pouco apimentados, mas deliciosos. – Eu percebi que ficar falando do Justin perto dele faz com que ele sinta ciúmes. Tenho que parar com isso já.
Depois que comemos os nachos e bebemos refrigerante (ele deu nachos na minha boca e limpou o molho que estava em volta... com a boca dele) e me levou em casa.
- Ele é tão fofo... – Foi o que eu disse quando encostei a cabeça no travesseiro, prestes a dormir.

* * *
O primeiro bimestre de provas já havia passado e já estávamos no final de novembro. Havia só mais um teste pra fazer. O de sociologia. (Na América do Norte, as férias de verão são em Agosto. É como se fossem as férias de Janeiro daqui).
- Amor, vamos comer alguma coisa depois da escola. – Tyler disse enquanto estávamos indo nos sentar perto de Brett, Chris e Justin.
- Hm... Não vai dar.
- Por que?
- Vou estudar com Justin para sociologia.
- Com Justin.
- É. Qual é o problema? – Deixei a minha bandeja na mesa e coloquei as mãos na cintura. Já havíamos brigado por isso umas duas vezes.
- É tudo com ele. Justin pra cá. Justin pra lá. – Ele aumentou o tom de voz consideravelmente.
- E qual é o problema? Tá com ciúmes? – Aumentei o tom também. O suficiente para as pessoas da outra mesa nos olharem.
- O problema é que eu sou o seu namorado. E não ele!
- Tá preocupado de virar corno, amorzinho? – Essa sou eu sendo irônica.
- Não. Mas vai ser feliz com ele. Cansei de você me trocar por ele
- Deve ser por que ele é muito mais legal que você.
- Então por que você não namora com ele? – Ele perguntou me desafiando. À essa altura do campeonato, todos os olhos do refeitório estavam sobre nós. Eu abri a boca pra responder.
- Pode ser que eu namore.
- Ah é? Beija o Justin então se você gosta tanto assim dele a ponto de me trocar por ele. – Ele me desafiou novamente. Se tem uma coisa que eu odeio é quando duvidam de mim. Sorri sarcasticamente, virei-me para Justin, peguei a mão dele, levantei-o e beijei Justin. Ele é meu amigo, vai me entender e sabe que eu sou orgulhosa e que a última palavra sempre é minha. Ele entendeu o meu recado e agiu como se já tivéssemos feito isso milhões de vezes, sendo que só foi uma. Afastei-me dele, limpei o canto da boca com o polegar, peguei a minha Coca Diet e bebi um gole sem tirar os olhos de Tyler. Aprendi uma coisa com um livro que ganhei, A arte da Guerra: Nunca tire os olhos do seu oponente. Desviar os olhos demonstra insegurança. Arqueei a sobrancelha no sinal de “acabou pra você”. Ele deixou a bandeja na mesa e saiu do refeitório e percebi que havia gente que tinha gravado no celular. Aos poucos, os cochichos viraram conversas e tudo se normalizou depois.

Rélou lindas! Então, mais um aí pra vocês, comentem pelo amor de Deus Pai o que vocês estão achando da história, isso me incentiva a continuar. Beijocas com cheiro de Somaday. Gi

sexta-feira, 5 de abril de 2013

No regrets - Capítulo três


* * *
- Ô vagabundo! Acorda! – Acordei com Chad pulando em cima da minha cama. Sim, fiquei com a cama de solteiro, porque eu sou fod*. 
- Chad, sai de cima da cama, seu idiota. – Sempre que me acordam, eu passo a manhã inteira de mau humor.
- Já é quase uma hora da tarde. Você ficou pensando nas coisas ilícitas que você fez no jogo de ontem... – Ele pulou da cama – E dormiu até tarde enquanto já fomos à praia e comprar alguma coisa pra fazer pra comer.
- Quem vai fazer a comida? – Perguntei esfregando os olhos e levantando da cama pra ir ao banheiro do quarto.
- Brett e Giovanna estão fazendo. – Chad respondeu encostado na soleira da porta
- E a Beatrice? Vagabundeando?
- Lavando a louça... Cara, vou descer, você parece uma menina quando entra no banheiro. – Chad bufou e saiu do quarto. Mas que porr* de cheiro de mijo. Eles não sabem apontar o pau deles para o vaso não? Tampei o nariz. Não dá pra ficar aqui não, vou usar lá em baixo. Desci de pijama (quando eu digo pijama, eu quero dizer um short) e fui até o banheiro social. Pareço um gay falando desse jeito, mas pelo menos esse banheiro não está com cheiro de mijo de homem. Não que mijo de mulher tenha um cheiro diferente... Vocês entenderam.
* * *
Giovanna P.O.V.
- Planos para hoje à noite? – Perguntei dando uma garfada na no macarrão que eu e Brett fizemos. Sim, conseguimos cozinhar alguma coisa.
- Ouvi falar que tem um luau em frente à casa 260, no final dessa rua. Não precisa pagar... – Chris comentou e colocou os cotovelos em cima da mesa. Sim, estávamos na mesa como pessoas quase civilizadas.
- Vamos. Estava louca para uma festinha. – Beatrice se balançou na cadeira
- Ok, mas se vamos, por favor meninas. É um luau. O que significa festa na praia. Sem essa de saltos altos e vestido justinho. – Tom reclamou
- Ah, estão você é que é o gay que não gosta de meninas de salto e vestido justinho? – Beatrice rebateu com deboche.
- Se eu tivesse ficado com você ontem, você ia ver o gay. – Tom disse com um sorriso malicioso no rosto.
- É mesmo. Ele disse que se tivesse pegado você ontem, ia cair de boca... – Chris disse
- Chris! Isso são modos de falar enquanto as pessoas estão comendo? – Disse.
- Não tem ninguém mais comendo mesmo. – Olhei em volta e ninguém estava comendo mesmo.
- De qualquer forma, não é uma coisa legal de se falar, Chris. – Justin disse.
- Mas você também não falou coisas muito líticas ontem à noite quando estava dormindo. – Chris disse e nós ficamos esperando pra saber o que Justin tinha dito enquanto estava dormindo. – Ele ficou tipo “Não para, vai... Não para. Continue”. – Chris fez uma imitação fajuta de Justin. Todos na mesa riram, menos Justin que havia corado, o que até então, ninguém havia percebido.
- Ele tá vermeeelho gente!!!! – Brett gritou e nós continuamos a rir. Coitada da pessoa.
* * *
Eu e Brett já estávamos prontas, apenas esperando por Beatrice, que mesmo para um luau, passa base, rímel, blush, sombra marrom-clara opaca, brilho e hidratante labial, delineador marrom-claro enquanto eu e Brett apenas com blush e rímel. Beatrice faz o estilo patricinha. Rica, loira e linda. Sempre que saímos, ela leva uma troca de roupa completa, apesar de quase nunca usar. Os pais dela são gerentes de umas quinze concessionárias filias da Jaguar. Ela já tem o carro garantido quando completar dezesseis anos. Brett é tão diferente dela. Chega à ser até meio hippie, tirando pelo fato que tem nojo de terra.
- Be!! Vamos logo. Os meninos estão esperando lá embaixo. – Falei.
- Ah. Calma. Tô pronta já, sua chata. – Be reclamou saindo do banheiro. Nem parece que ela fez nada na cara. A não ser que, mesmo a dez centímetros do rosto dela, os poros parecem inexistentes.
* * *
Em frente a casa 260 havia umas 150 pessoas segurando os seus devidos copos com sabe lá o que tinha dentro e dançando ao som de Don’t you worry, child do Swedish House Mafia. Já que não precisava de convite, fomos andando pela areia até onde havia a concentração de pessoas.  Logo, alguém veio falar com a gente, já que meio que fechamos uma rodinha na areia.
- Oi. Meu nome é Matthew. Eu e meu amigo que organizamos esse luau. Querem alguma coisa, bebida?
- Não, obrigada. – Respondi.
- Você são de onde? – Matthew perguntou com um sorriso. Por que pessoas de Miami são tão sorridentes?
- Ontário. – Dissemos em um quase uníssono
- Onde fica isso? – Ele perguntou, confuso.
- Canadá.
- Ah, cês são lá de cima. Lá no friozinho. Entendi. – Ele respondeu. Ele parecia legal. Além de ser bonitinho. Os cabelos castanhos e lisos e os olhos da mesma cor eram bonitos e me lembravam dos dias de frio quando cancelavam as aulas por causa da neve e nós ficávamos todos na outra casa de Brett, que tem um clima rústico bebendo chocolate quente e conversando assuntos aleatórios.
A festa estava indo bem, as pessoas dançando, tendo um bom momento e se divertindo. Num segundo estava tudo tranquilo e no outro, as pessoas estavam correndo. Luzes vermelhas e azuis indicavam a chegada da polícia. Felizmente, conseguimos sair da praia antes de pegarem a gente, sem nunca largar o copo vermelho com substâncias ainda não identificadas, mas boas. Beatrice, Chris e Tom estavam bêbados, então eu, Justin, Brett e Chad levamos os bebuns para casa.
* * *
- Cadê a Beatrice? – Chad perguntou quando acordou e sentou-se na mesa pra tomar café da manhã (Lê-se: Nescau)
- Deve estar vomitando lá em cima. – Brett respondeu.
- Chris e Tom estão vomitando lá em cima... Ressca é uma merd*. – Justin falou.
- Ninguém mandou eles ficarem bebendo feito loucos as coisas que eles nem sabiam o que eram.
- E o Tom que ficou fumando uma maconha que não tava pura lá no cantinho. Tá com os olhos todos vermelhos. Eu falei pra ele que não era só marijuana. – Chad explicou o que Tom ficou fazendo a noite inteira esquecendo-se de avisar onde estava.
- Maconheiro da porr*. – Justin falou do Tom. Mas o pior é que é verdade. Só Justin pra convencer a mim e a minha mãe que ir para a casa de praia com ele seria bom. Ele apenas se esqueceu de avisar que o Tom fuma maconha e não tem controle de nada.
Depois de uma breve discussão sobre usar/não usar maconha, contras/prós da mesma, fomos à praia. Não no lugar do luau, por que é muito chato você pisar em xixi, cacos de vidros, e camisinhas usadas com aquela coisa que são as únicas coisas que restem depois de um luau na praia cheio de adolescentes drogados, bêbados e tarados.  O que me faz refletir que a adolescência é só um passe livre de seis anos pra você fazer merd*. O que não faz muito sentido na minha cabeça é o porquê adolescente é tão babaca. Sei lá. Se você parar pra pensar é a fase mais crítica da sua vida, onde você primeiro tem a fase de achar que já é gente só por que fez treze anos. Quatorze é a parte que você faz os seus pais bem como os pais dos seus amigos de chofer. Quinze é a idade que eu estou e é a parte que eu não sei o que rola, por que o meu aniversário foi semana retrasada e eu seria muito mentirosa se eu dissesse que eu sei o que acontece.  Mas aposto que é a fase que você mente que já transou pra se sentir legal. Não acho que ter transado com quinze anos seja legal. A minha opinião é que você deve esperar até se casar, mas como isso nunca rola, sei lá, espera até dezoito até “ir até o final”. Chamem-me do que quiserem, mas eu penso assim.
* * *
Hoje começa a última semana de férias de verão que eu queria que não acabassem nunca. Voltamos da casa de praia tem três dias, mas eu queria ter ficado lá. Gostei do clima, daquele sono depois do almoço, ficar deitada na rede da varanda, ir à praia todo dia, festinha de noite, de manhã repetir tudo novamente. Hoje nós vamos todo ao cinema junto com um menino, Tyler, que mora em Ontário e conhecemos em Miami. Ele é da nossa idade, tem cabelos castanhos e olhos da mesma cor e é engraçado.  Descobrimos que ela era da nossa escola, mas o nosso intervalo não era junto por que a turma dele era diferente ou algo assim, mas que por mais que não tenhamos percebido, o nosso recreio é junto. Minha mãe que vai nos levar e ela já estava esperando lá no carro e eu estava esperando Justin na sala da casa dele.
- Juízo hein. Divirta-se. – Pattie gritou da cozinha enquanto Justin saia junto comigo. Nossas mães eram realmente parecidas e são amigas desde que eu me entendo por gente. Às vezes parecem duas adolescentes, vão ao shopping juntas, contam segredos, pedem conselhos.  Eu acho isso muito fofo.
* * *
- Ei! Calem a boca aí atrás! – Gritou uma mulher resmungona na terceira fila
- É! Queremos ver o filme! – Outro cara gritou.
- E eu quero ver eles ficarem! Estão demorando muito! – Chris gritou de volta. Tyler queria ficar comigo e eu fui saber disso hoje. Eles estão ensandecidos querendo que eu fique com ele. O Tyler é muito fofo, engraçado, e até bonitinho, não custa nada, mas sei lá. Uma mão na minha nuca interrompeu os meus pensamentos. Tyler encaixou seus lábios nos meus e movimentou-os na minha boca num beijo inesperado e explosivo, mas delicado. Os meus amigos babacas começaram a gritar e urrar dentro do cinema. Veio uma luz na minha cara e eu afastei-me de Tyler. Era o lanterninha do cinema pedindo para nós saímos da sala de cinema e se não saíssemos, ele iria chamar os seguranças para nos tirar à força então resolvemos sair.
- Vamos sair porque nós queremos e não por que vocês estão mandando.  – Chris disse e empinou o nariz depois saímos. O lanterninha revirou os olhos e disse:
- Adolescentes... – E bufou.


Oi, lindinhas! Ó, vim agradecer por vocês lerem a minha IB, tá? LUCY! Claro que eu não te esqueci, doida, obrigada por comentar sempre. E as leitoras fantasmas, comentem aqui pra eu saber que tem gente que quase nunca comenta lendo, isso me deixa feliz. Beijocas esmagadoras com brigadeiro pra vocês. Gi!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

THE HEART NEVER LIES

Capítulo 2 - I Hate You!

Comecei a ficar um pouco desesperada, sangrava muito. Caminhei até ele, e tentei encostar em sua testa, mas ele tirou minha mão.
- Não toca em mim, sua louca!
- Me desculpa Justin, não era pra ter machucado! - acabara de me arrepender de ter feito isso.
- Mas machucou ou você é cega e não está vendo? - ele se levantou. Justin tirou a camisa, me deixando meio tonta, porque cá entre nós, o garoto podia ser chato, irritante, grosso e etc, mas era um gostoso. Percebi que ele tinha algumas tatuagens, a quais eu nunca tinha visto. Elas o deixavam com um ar sexy.Justin colocou a camisa em sua testa e saiu do meu quarto, batendo a porta com força.
Caralho, que merda eu fiz? Se o porta jóia tivesse batido no olho dele?
Desci e fui até a cozinha, de onde vinham vozes masculinas. Ainda bem que a mamãe tinha saído, se não ela iria ter me colocado de castigo pelo resto do ano... Espero que Zayn não fale nada.
- Tira essa doente daqui, ela vai acabar me atingindo com uma faca agora! - Bieber disse enquanto meu irmão "cuidava" do estrago que eu havia feito em sua testa - Ai viado, tá doendo! - ele exclamou.
- Deixa de ser frouxo Bieber! - o provoquei.
- Vamos lá pra cima que eu te mostro o frouxo, docinho! - argh, odiava quando ele me chamava assim! Então, lhe mostrei meu dedo do meio.
- Mas respeito com minha irmã, dude - Zayn disse. Justin bufou.
Então caminhei em direção a porta da cozinha, e quando estava saindo, Justin me chama.
- O que é?! - perguntei/exclamei.
- Eu odeio você, só para lembrar - ele sorriu.
- Igualmente Bieber...igualmente...- então saí da cozinha e fui para o meu quarto.
Eu o odiava. Justin era o garoto mais insuportável que eu já conheci na vida. Ele era um merda que magoava as garotas,apenas as usavam. Esse jeito dele me deixava irritada.
***
Droga, mais um dia de aula. Tudo bem Dayane, só mais uma semana para tudo isso acabar.
Vou ter que olhar pra cara de merda do Matt, e da putinha da Mandy.
- Vamos Dayane! - minha mãe me apressava enquanto eu escovava os para sair.
- Não sei porque a senhora está me apressando mãe!
- Não quero que você chegue atrasada, apenas isso.
- Tá bem mãe, estou indo! - coloquei minha Jansport preta no ombro e peguei meu long (pra quem não sabe, é um skate) e saí de casa.
Subi em meu long, e fui remando até a escola.
Assim que cheguei na entrada, todos olhares se direcionaram á mim. Desci do long e o coloquei em baixo do braço.
Eu sou forte, e vou mostrar para eles que não estou nem um pouco abalada com o que houve sábado. Ergui minha cabeça, sorri e tomei rumo ao meu armário, enquanto algumas pessoas me cumprimentavam.
Vamos dizer, que sou... hum... bem conhecida. Isso por já ter sido cheerleader, por ser sempre simpática e por Zayn, pois ele estudou aqui e ele foi o capitão do time de futebol americano.
Muito disputado, pegava todas e bom, meu irmão é lindo pra cacete.
Abri meu armário e peguei alguns livros e deixei meu long lá dentro, já que o armário era grande. Tranquei o armário e como ainda não tinha batido o sinal, resolvi procurar as meninas.
Fui até o banheiro, pois sabia que elas estavam lá, sempre ficam se maquiando e/ou jogando conversa fora antes de começar a aula.
Acertei em cheio, lá estavam minhas vadiazinhas.
- E ai delicinhas?
- Daaay! - todas disseram juntas e me abraçaram.
- Como você está? - Giovanna perguntou.
- Estou bem amiga, obrigada- sorri. Então o sinal bateu.
- Ah, mas uma semana nesse inferno - Andressa disse seguido de um biquinho.
- Calma, só mais essa semana, pensa que semana que vem já estaremos nas férias de verão- Lari disse e suspirou como se estivesse imaginando algo maravilhoso.
- Tomara que essas férias sejam perfeitas! - eu disse.
- Algo me diz que vai ser Day...- Gi sorriu.
Bom, eu realmente espero. Quem saber um novo amor?

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Oi minhas lindaaaas! Tudo bem?
Estão gostando do novo ib? Espero que sim! Tá ai mais um capitulo. Obrigada pelos comentários, fico muito feliz com isso.
Leitoras novas, sejam bem-vindas, e leitoras que sempre me acompanham, voltem sempre!!
PS.: Leitoras fantasmas, nao custa nada dá uma comentada pra me deixar feliz né? hehhee
Amo vocês! <3
day barreto

terça-feira, 2 de abril de 2013

No regrets - Capítulo três


Giovanna P.O.V.
Steve estava me beijando tão intensamente que eu estava ficando sem fôlego. Eu já havia percebido onde ele queria chegar quando ele quase ficou por cima de mim em uma das cadeiras. Mas eu não queria que isso acontecesse agora. Não ali, e nem com ele.
- Steve. Para... – Ele não me escutou. – Por favor... Steve, para.  – Se eu subisse mais três oitavas da minha voz, estaria gritando.
- Ninguém vai saber, princesa. – Ele beijou o meu pescoço
- Mas eu não quero. – Disse com autoridade, mas não o suficiente para fazê-lo parar. – Steve. Para. – Empurrei o seu peito, mas ele forçou e não saiu do lugar. Não posso competir com um zagueiro de basquete, certo?
- Ela disse pra parar, Steve. – A voz de Brett saiu de algum lugar, que, eu vi depois, estava encostada na porta do auditório com Justin ao lado dela.
- O que os pirralhos estão fazendo aqui? – Steve perguntou com arrogância. Babaca.
- Olhando pra ver se os boatos eram reais. – Justin disse.
- Que boatos? – Perguntei. Agora pouco, descobri que ele é mesmo um galinha, como Justin disse. Mas não sabia que havia boatos. Sobre isso.
- Todo baile, ele escolhe uma garota. Primeiro, ele fica com a garota e é simpático com ela e parece um cavalheiro de tão educado. – Brett disse.
- Depois, ele chama a menina para o baile e quando termina a música lenta, ela trás a garota pra cá e transa com ela.  – Justin completou. – Quando ela vai embora, ele escreve as iniciais da garota no banco.
- Bem nessa cadeira aí. É só olhar. – Brett disse e eu olhei. CSL, Callie Silver Latter. LBK. Lauren Brown Kastorn. Comecei a me lembrar de algumas garotas com quem eu o vi saindo.
- Sério, Steve? Nem pra mudar a sua tática você se deu o trabalho? – Olhei indignada pra ele. – Eu devia ter escutado Justin. – Levantei-me e andei até Brett e Justin. – Você é um babaca.
* * *
- Como ele pode fazer isso com as garotas, cara? Que idiota... – Eu continuava lamentando enquanto eu e Justin caminhávamos pra casa.
- Você já disse isso...  – Justin falou.
- Eu sei. Só que eu estou indignada. Como um cara pode enganar uma garota só pra transar com ela. Não é possível que o prazer momentâneo de 30 minutos seja mais importante do que manter a felicidade de uma pessoa pro resto da vida dela, fazendo-a cometer um erro que vai ficar marcado pra sempre. Simplesmente não entendo.
- Posso dizer uma coisa? – Justin me perguntou e eu assenti. – Eu te avisei cara. Eu tô parecendo um pai falando agora. Mas eu disse.
- Eu sei... Obrigada por tentar me proteger mesmo eu sendo essa cabeça dura que não te escutado. Quando vocês chegaram, eu estava quase cedendo. Obrigada. – Dei um abraço de lado em Justin
* * *
Férias de verão... Tem alguma coisa melhor? Sim, férias de verão com os seus amigos numa cidade praiana chamada Miami. os seus amigos. Sem pai, sem mãe, sem nenhum responsável. Apenas um amigo nosso maior de idade, o Tom.
- Mãe, eu sou a pessoa que mais tem juízo aqui.
- Mentira. – Chris.
- Cala a boca. – Falei pra ele.
- Mas sério, filha, juízo. Você sabe do que eu tô falando.
- MÃE! – Bradei - São meus amigos! – Ela sorriu.
-Ok, vou sentir saudades. Boas férias – Meu pai disse. Quando todos nós, eu, Chris, Justin, Brett, Chad, Beatrice, embarcamos no avião.
* * *
- Tom, como você conseguiu essa casa linda pra gente? – Beatrice perguntou largando a mala cor de rosa Louis Vuitton no chão olhando a sala.
- Tenho meus contatos. – Tom respondeu com um sorriso. – São quatro meninos e três meninas. Eu durmo num quarto separado. As meninas dormem no primeiro quarto à esquerda e os meninos no primeiro quarto à direita. As meninas não têm problemas com isso, mas dois meninos vão ter que dormir juntos numa cama de casal. – Chris, Justin e Chad se entreolharam e saíram correndo às escadas, quase caindo, pra ver quem ficava com a cama de solteiro. Meninos. Hmpf.
* * *
- Finalmente a pizza chegou. – Chad disse, já impaciente por que a pizza que pedimos uma horas trás acabara de chegar. Juntamos as nossas notas e entregamos para o cara.  Já era o nosso terceiro dia na casa e só comemos pizza até agora. Então eu disse que no almoço de amanhã, faríamos a comida.
- Então... Vamos fazer alguma coisa. – Brett propôs. Estávamos sentados nos sofás da sala vendo TV.
- Tipo o que? – Perguntei.
- Sei lá. Algum jogo.
- Todos aqui somos amigos, certo? – Tom perguntou e nós assentimos – Teria algum problema se nós jogarmos 7 minutos no paraíso? – Depois de alguma hesitação, todos concordamos.
* * *
Brett já tinha ido para o “paraíso” com Chris e Tom. Beatrice com Justin e Chris. Eu fui com Tom e Chad. O jogo funcionava assim. Alguém girava uma garrafa, quando o bico da garrafa parar apontando pra alguém, a pessoa que girou tem que ficar com a que a garrafa apontou por sete minutos, no paraíso, que é um lugar pré-determinado, que no nosso caso, era a dispensa da cozinha.
- Giovanna. Sua vez. Gira a garrafa. – Chad disse. Girei a garrafa e depois dele ameaçar parar em Chris de novo, parou apontando para Justin. Ele me olhou e levantou. Andei até a dispensa com ele. Não sei se consigo ficar com o meu melhor amigo.
Ele ficou me olhando por pelo menos 15 segundos antes de dizer alguma coisa.
- Não consigo ficar com você. – Justin disse.
- É só um beijinho. Não sou tão feia. – Eu disse brincando.
- Tudo bem pra você? – Ele perguntou.
- Claro. Somos amigos, certo? – Eu disse. Ele se aproximou e encaixou seus lábios nos meus. Ok, é estranho beijar meu melhor amigo. Conheço Justin desde que nasci. Brincamos de pular corda juntos. Sabemos que o jogo não se constitui apenas por beijos, mas se já era estranho beijá-lo, fazer alguma coisa a mais seria mais estranho ainda.
- Vamos logo, safadinhos. Seus sete minutos acabaram.  – Brett gritou de fora da dispensa. Nós saímos da dispensa e nos sentamos para continuar com a brincadeira.
* * *
- Eu não sabia que o Chris era tão tarado. – Brett falou/bufou deitada ao meu lado. A Beatrice ficou com a cama de solteiro.
- Exatamente. Ele colocou a mão na minha bunda... duas vezes. – Beatrice disse, indignada.
- Em você foi só na bunda. – Brett resmungou e Beatrice riu.
- E você, Gi? O Tom beija bem? – Beatrice perguntou.
- Beija. Ele tem uma pegada boa.
- E como foi beijar o Justin? – Brett perguntou. – Quer dizer, vocês são melhores amigos, certo?
- Foi... estranho. – Apoiei-me no cotovelo olhando, no escuro, para Brett e Beatrice.
- Estranho bom, estranho ruim?
- Estranho do tipo “caralh*, fiquei com meu melhor amigo”
* * *
Justin P.O.V.
- Ela beija bem mesmo. Mas foi do tipo “caralh*, fiquei com a minha melhor amiga”.
- Mas ela é bem gostosa. Eu gostaria de ficar com ela, mas a garrafa não ajudou... – Chad resmungou.
- Sim, ela é gostosa mesmo.
- Você só a beijou, ou foi... mais longe? – Chad perguntou.
- Só beijei, cara. Ela é minha melhor amiga. Não consigo fazer nada mais com ela. – A verdade é que eu pensei durante uns minutos em como seria tê-la como namorada, mas lembrei-me de que ela é minha melhor amiga e isso não vai rolar nunca. Tipo, nunca mesmo.





Oiieee! Suas lindas, obrigada por terem comentado, ok? É importante. Mais um capítulo aí pra vocês, espero que gostem, amo vocês demais, bebês. Beijos dentro de ovos de páscoa que sobraram (?). Gi!