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domingo, 13 de janeiro de 2013

10° capítulo de Over Again - All I want is you this christmas

- Ei. Giovanna... Acorda. Vamos, levanta. – Abri os olhos
- Que horas são?
- São duas horas da tarde já. Não te acordei porque achei que você ia socar a minha cara, virar pro outro lado e voltar a dormir.
- E por que você acha que eu não vou fazer isso agora? – Olhei séria para ele.
- Hm... Não sei. Mas agora que você já acordou, vamos... Você disse que ia me ajudar a arrumar a casa pro Natal.
- É sério isso? – Ele me encarou – Táá... Tô indo. – Ele se “desdebruçou” de cima da cama.
- Está frio... E acho que vai começar a nevar logo. Coloca uma roupa quentinha. – Ele saiu do quarto
Levantei-me e coloquei uma roupa quente, logo quando saí do quarto, percebi que realmente estava frio
* * *
- Por que você vai arrumar a casa pra natal, sendo que você nem vai passar o natal lá? – Falei tirando o cinto
- Sei lá. Gosto de casas arrumadas para o natal... É tão... Natalino.
- Que filósofo você é. – Saí do carro e entrei na casa dele e ele fechou a porta. – Então... Onde estão os enfeites de Natal?
- Lá em cima. No terceiro andar. Vamos lá buscar. Tem muita coisa. – Subimos as escadas de mãos dadas, quando chegamos ao segundo andar, escutei uma voz feminina, vindo de algum quarto.
- Justin... Filho, é você?
- É, mãe.
- Pensei que não ia ter ninguém em casa... – Falei em voz baixa com ele
- Por que, danada? – Ele sorriu
- Idiota.
- Mãe. A Giovanna tá aqui...
- A menina por quem você estava chorando no outro dia? – Eu ri e ele corou.
- Acho que isso sempre vai acontecer quando você me apresentar pra alguém... – Falei baixo.
- Venham aqui, me apresenta a menina, filho... – Ele me levou até uma sala... Mais parecia um escritório, ou sei lá. Ela estava usando óculos e escrevendo alguma coisa no computador. Tive vontade de perguntar quantos anos ela tinha, mas não o fiz. Ela parecia uma intelectual linda.
- Oi, Pattie. Eu sou a Giovanna.
- Oi, querida. Eu sou a mãe de Justin – Ela me cumprimentou. - Você é bem mais bonita do que Justin fez parecer.
- Obrigada. – Fiquei meio sem graça.
- Mãe, nós vamos arrumar a casa pro natal... Quer nos ajudar?
- Sinto muito, meu bem. Mas estou escrevendo.
- Você é escritora? – Perguntei, curiosa.
- Sim. Bem, esse é o meu primeiro livro, é uma biografia.
- Que legal. Vou comprar um exemplar. Criar essa pessoa aqui deve ter sido difícil – Ela riu.
- Com certeza. Muito. Mas valeu à pena.
- Então, mãe. Legal você conhecê-la. Tchau.
- Tchau Pattie, prazer te conhecer – Disse enquanto Justin quase me arrastava pra fora da sala. Nós subimos até o terceiro andar e pegamos umas coisas. Eu desci com cuidado porque estava com uma caixa na mão e ele com outra. Eu estava desenrolando os pisca-piscas e ele subiu para pegar a árvore de natal.
* * *
- Só falta a estrela... Coloca lá pra mim, por favor. – Ele deu a estrela na minha mão. Pattie já havia descido porque quis nos ajudar a decorar a casa. A última coisa foi a árvore. Ele colocou uma cadeira e eu subi, a árvore tinha uns dois metros e vinte. Coloquei a estrela e quando eu estava ajeitando, Justin deu um tapinha na minha bunda
- Justin! – Pattie gritou.
- Foi mal, amor, não resisti. – Ele riu, malicioso.
- Justin. Que falta de vergonha. Não te criei assim.
- Mãe. Não esquenta... Ela nem liga.
- Não fala assim, ela vai achar que eu sou uma vadia. – Eu disse enquanto eu descia da cadeira.
- A Selena era... – Pattie disse.
- Sério? – Indaguei. Ai como eu sou louca por fofocas.
- É. Nunca falei nada pra você, filho, mas eu nunca gostei dela... – Ela mexeu na ponta dos cabelos. Parecia uma adolescente contando um segredo ruim para o pai. Era uma cena um tanto quanto cômica. Aí Pattie explicou o porquê e depois de ficarmos conversando um pouco, Pattie perguntou se eu queria comer alguma coisa.
- Claro... Obrigada.
- Mas eu vou ter que fazer um chocolate quente e biscoitos. Espera só um pouquinho.
- Tudo bem, obrigada Pattie. Você parece uma fada madrinha... Tão fofa.
- Obrigada, querida. – Ela se retirou da sala e nos deixou sozinhos. A sala estava aconchegante. Tinha uma lareira nela, mas estava apagada. Era tudo em um clima mais rústico-moderno. Nos sentamos no sofá e eu estava só com meias e as pernas para cima e ele do meu lado com o braço ao meu redor acariciando a minha cintura. Ele era mais alto do que eu, então eu tive que olhar para cima para falar com ele.
- Sua mãe é muito fofa, sabia? – Eu sorri e El olhava pra mim
- É. Ela é fofa, quando não está brava, porque aí, mermão... – Eu queria muito beijá-lo, mas uma coisa leva à outra e eu estava na casa dele, com a mãe fofa dele fazendo biscoitos e chocolate quente para nós às seis e meia da tarde. – Quer ver algum filme?
- Claro. Quais você tem?
- Bom, esse armário contém quase 230 DVD’s... Escolhe um. – Ele abriu uma porta de armário que era do tamanho da estante da sala, tinha uns dois metros. Peguei um DVD e o entreguei.
Justin P.O.V.
- Querido John? Sério? É tão... Meloso.
- Mas é esse que eu quero ver. – Ela arqueou as sobrancelhas. Eu sabia o que isso significava e aprendi há algum tempo que não é bom discutir com uma mulher depois que ela arqueia as sobrancelhas, por nada.
- Tá... - No final, vimos o filme, comemos biscoitos e bebemos chocolate quente. A minha mãe viu da metade do filme pra frente conosco, então nem nos beijamos mais. Eu posso ter a idade que for, mas se eu estiver vendo um filme com a minha mãe e aparecer cenas de sexo, vou ficar desconfortável sempre. Minha mãe se levantou e foi até a janela.
- Giovanna, acho que não vai dar mesmo pra você ir para casa. Tá nevando bastante. Nenhum carro sai com essa neve. E já são nove horas, não quer dormir aqui?
- Valeu mãe, adiantou o meu lado. – Olhei para Giovanna e ela revirou os olhos e corou.
- Nada disso, ela vai dormir no quarto de hóspedes.
- Obrigada Pattie. Mesmo. – Giovanna agradeceu.
- Já está tudo que você precisa lá, querida. Importa-se se eu te emprestar um pijama?
- O que aconteceu com o que estava lá, mãe – Perguntei
- Depois da festa que você deu, não tem mais. Acho que alguém pegou. – Minha mãe deu de ombros
- Tudo bem. Eu dou o meu jeito. - Giovanna disse e minha mãe sorriu e se retirou.
Giovanna P.O.V.
* * *
Eu estava pronta para ir dormir, depois de ter tomado um delicioso banho quente, quando recebo uma mensagem do Justin. “Não tranque a porta...”.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

9° capítulo de Over Again - Colorful Friendship


Acordei com muita dor de cabeça. Parece que arrastaram minha cabeça num asfalto. Olhei para o lado e Mason estava dormindo.
- Mason... Mason, acorda. – Balancei-o e ele acordou meio atordoado
- Oi, bom dia. – Ele deve ser a única pessoa no mundo que diz “bom dia” às seis e meia da manhã
- Pode me explicar o que rolou? – Amnésia alcoólica. Sofro disso tem um tempo já.
- Olha debaixo do lençol. – Fiz o que ele disse e percebi que é, tínhamos transado. Considero tipo um acidente. Encarei o teto.
- Usamos camisinha, é claro...
- É...
- Sem ofensa, mas eu estava muito bêbada né?
- Aquela garrafa perto da porta te lembra de alguma coisa? Quer dizer, a outra você jogou no lixo, porque acabou.
- Jura? Eu bebi duas garrafas de Jack? - É o meu recorde.
- É... Deve ser porque você terminou com o Justin aí tomou porre. Ou ele terminou com você. Pelo que você falou, foi um término simultâneo...
- É... Pode se dizer que sim...
- Posso falar uma coisa? Mas vai ficar aqui, entre a gente ok?
- Claro, somos amigos. Fala aí. – Olhei para ele.
- A verdade é que eu te amo desde o segundo mês de aula, há três anos. – Eu meio que fiquei sem reação... Meio porque eu já sabia, mas não acreditava. A Kim já tinha me contado há alguns meses.
- Posso falar uma coisa, agora? – Perguntei, olhando pra ele.
- Claro.
- Eu já sabia... Kim me contou. – Eu ri.
- Eu vou matar aquela vaca. Não era pra você saber nunca. Só contei agora porque nós... Bem... – O interrompi
- Ah, eu também sei que você era virgem.
- V-você percebeu?  - Ele corou
- Não por isso. – Dei um tapinha nele - É que ela também me contou que você queria esperar até eu me casar pra ver se rolava... – Ri novamente. Aquilo era constrangedor e engraçado ao mesmo tempo.
- Eu sei. Isso é ridículo.
- Não... Eu achei bem fofo. Isso é meio raro de encontrar. Então, eu até que gostei... – Parei um pouco. – Valeu à pena?
- Claro que valeu.
- Mas... Posso te pedir um favor?
- Vai pedir pra isso não sair daqui. E pedir que eu não conte para ninguém? Sim, eu faço isso por você. – Ele sorriu docemente. Cara, ele sempre me entende.
- Você me conhece muito.
- E não me arrependo disso.
* * *
Era uma sexta feira e Mason tinha ido para a casa dele e eu estava indo para o trabalho. Estava tudo bem, eu estava escutando uma que eu amo, Patience do Guns’n’Roses, estava tudo bem até demais. Mas tudo sempre, eu reforço, sempre fica pior depois de melhorar. Eu cheguei na porta do trabalho e vi uma Ferrari branca e um bolinho de pessoas. Ele estava com óculos escuros e com Kenny ao seu lado, seu fiel escudeiro.
 Quando, finalmente, consegui chegar nele, ele retirou os óculos.
- O que você tá fazendo aqui? – Perguntei com a cabeça abaixada.
- Vim pedir desculpas...
- Eu sabia que você não ia aguentar muito tempo – Falei andando para entrar no restaurante. – Como eu sei que isso vai gerar uma discussão, e não quero ser manchete no TMZ, de novo, passa na minha casa às nove e eu resolvo com você.
- Ok. – Parecia que tínhamos acabado de fechar um negócio. Frio e calculista. Bem típico de mim quando termino um namoro e volto a falar com o ex. Ou um quase namoro.
* * *
Não sei por que, mas estava desesperada para ele me achar bonita. Deve ser alguma coisa de autoestima, ou sei lá. Acabou que depois de experimentar umas cinco blusas diferentes, coloquei um short e um moletom bem quente, sendo que está e novembro e frio pra caralh*. As nove e vinte, ele chegou e eu abri a porta.
- Oi, amor. – Ele disse irônico.
- Oi. – Disse, seca e fechei a porta.
- Então...
- Então... – A conversa estava uma maravilha. Linda. Sentei-me no sofá. – Não vai dizer nada? – Falei zapeando pelos canais. Ele coçou o cabelo, isso me deixa louca.
- Você sabe... E-eu... Hm. E-eu quero pedir desculpas.
- Ué... Tá nervoso? Você só gagueja quando está nervoso. Eu te deixo assim? – Sorri.
- É. Em quase todos os aspectos. Nem sei por onde eu começo.
- Que tal por você ser um idiota. Isso ajuda bastante – Eu estava pronta pra discutir. A minha raiva ficou fervilhando o dia inteiro. Na verdade, desde que terminamos. Ou demos um tempo, não sei explicar.
- Ok. Eu quero dizer que eu sou um idiota e pedir que você me desculpe.
- Por...
- Por ter ciúmes de você que estava apenas dançando com o meu amigo. – Na verdade, eu sabia que eu estava errada, só que eu tenho um defeito: Sou muito orgulhosa e não admito que estou errada quase nunca. Mas se ele tivesse sido mais calmo pra falar que estava com ciúmes, talvez nada disso teria acontecido.
- E...
- E por falar que eu só queria transar com você
- E...
- E eu quero te dizer que eu não sei viver sem você.
- E...
- E por... Hm...Não sei mais de nada.
- É. Não tem mais nada.
- Então você me perdoa?
- Sim. Perdoo.
- Ah, que bom, obrigado! Eu te a...
- Eu não disse que vamos voltar. – Olhei para ele.
- Não?
- Não! Você achou que ia ser assim? Fácil? Vir até aqui, pedir desculpas, falar que me ama e achar que vamos transar novamente? – Levantei-me do sofá e caminhei até ele
- É... - Olhei com os olhos arregalados para ele – Não? Não. Não pensei isso. Como assim pensar isso? Não…
- Justin. Eu perdoo você sim. Mas acho que não posso ser nada mais do que amiga de alguém que me fez ficar triste e tomar o maior porre da minha vida, ou sei lá... – Ele olhou pra baixo.
- Mas eu te amo. – Ele disse como se estivesse se desculpando por alguma coisa. Ele levantou a cabeça e seus olhos estavam marejados. Eu abri a boca para falar, mas ele me interrompeu – Tem alguma coisa que eu possa fazer pra ter você pra mim novamente? – Aqueles olhos castanhos são tão perfeitos, o jeito que ele olha pra mim parece ser tão sincero...
- Você vai achar um jeito. Eu sei. – Passei a mão pela sua bochecha. Em seguida, o vi caminhando até a porta, olhando para trás e indo embora. Alguns segundos depois que ele fechou a porta, eu percebi que eu simplesmente não consigo me ver mais sem ele. Ele tornou-se uma parte de mim, na verdade ele é desde parte de mim desde aquele verão. Eu tentei me fazer de difícil, mas é que eu não resisto à ele. Quando eu percebi que eu tinha feito merd*, corri para o corredor e ele estava quase descendo as escadas.
- Justin!
- Oi?
- Eu te amo muito. Fica comigo. – Vi um enorme e largo sorriso se abrindo no seu rosto e ele correndo em minha direção. Ele me pegou nos braços, levantou-me e me beijou. Ele cheirava a Calvin Klein. Eu sei disso porque quando eu estava com ele na cabana do lago, perguntei qual perfume ele usava e ele respondeu Calvin Klein, e disse que sempre que fosse me encontrar, usaria esse perfume porque eu gosto do aroma. – Só promete que não vai mais ficar com esse ciúme idiota, tá?
- Ok. Prometo. Mas só se você tem que prometer que não vai mais esfregar essa bunda aqui – Ele colocou as duas mãos na minha bunda de leve – Em mais nenhum cara. Só em mim, porque eu posso. – Ele sorriu orgulhoso
- Prometo. – Sorri e entramos em casa.
- Por que não montou as coisas de natal ainda? Hoje é dia 6 de dezembro... – Ele perguntou analisando a meu apartamento minúsculo.
- Não gosto de Natal.
- Como assim não gosta de natal? – Ele indagou
- Sei lá. Quer dizer, meus pais morreram, minha vó morreu e meu avô mora na Europa. Então passo o Natal sozinha. Não gosto por isso...
- Entendi... - Ele parou como se estivesse pensando. – Eu também não montei nada de Natal na minha casa ainda. Não tenho tempo... O que acha de me ajudar com isso e passar o Natal comigo e minha família, lá no Canadá?
- Não tá falando sério...
- Estou. Quer ou não?
- Claro que sim. Seria ótimo. Mas eu não tenho grana pra comprar a passagem do avião. – Ele me olhou com uma cara de “tá de sacanagem, né?” – Quando eu ajudo?
- Amanhã tá bom?
- Claro. Ótimo. – Eu estava animada. Era primeira vez que eu passava o Natal com alguém que não era a minha garrafa de vodka depois que meus pais morreram.
- Posso passar aqui às quatro?
- Por que você não dorme aqui?
- Dormir? Eu estava pensando em outra coisa... – Ele sorriu maliciosamente
- É. Dormir. Não tô afim hoje.
- Qual pessoa não ta afim de sexo á qualquer momento? Como assim...
- Uma pessoa que trabalha. Bora, vamos dormir. – Senti que ele ficou desapontado.  
                                                                                                                                                      
Oi docinhos de coco. Eu sei que esse final ficou meio estranho, mas eu estava sem criatividade. 
Mil beijos pra vocês

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

We Found Love- 25º parte

- Justin, você bebeu? - ela perguntou e eu me afastei.
- Não, por que?
- Olha o que você tá tentando fazer! Você está louco? Estamos na varanda da sua vó, pode ter pessoas olhando, e você tem namorada. Sei lá, pra fazer isso, eu achei que você poderia tá bêbado... Mas já que você não tá, eu estou com vergonha, e vou entrar - Day se levantou e entrou para casa. Isso, palmas Justin, palmas. Posso fazer nada, os lábios dela estavam chamando os meus!
Resolvi entrar também, e todos já estavam comendo, e como sou filho de Deus, fui comer também.
- E ai filho, a Day gostou do presente? - minha mãe chegou perto de mim sorrindo.
- Ah sim, adorou - sorri sem mostrar os dentes com a boca cheia de comida.
- Que ótimo! Ela vai ficar no seu quarto tá bem? - Ah, nossa. Ótimo! Que legal! Que simpático. Uma maravilha. Quem foi a criatura que teve essa brilhante ideia? Pelo amor de Deus! Eu sou homem, cara! Qual homem que consegue ficar quieto quando se tem uma mulher dormindo no seu quarto?Ainda mas uma mulher bonita e gos...Deixa!
- Tudo bem mãe - ela sorriu e deu um tapinha na minha bunda. Espero que ela use casaco e calça de moletom, é.

- Não Justin! Você tá na casa dos seus avós, e aqui é o seu quarto, não vou dormir na cama e você no colchão! Você dorme na cama e eu no colchão! - nós já estávamos discutindo há mais ou menos uns 10 minutos, tudo porque ela não queria que eu dormisse no colchão e ela na cama.
- Day, minha querida irmãnzinha, entenda que eu não vou deixar uma garota dormir no colchão enquanto eu durmo na cama! Então, por favor, dorme na cama!
- Mas... - eu a interrompi.
- Sem mas nem menos.
- Então deixa pelo menos eu forrar o colchão pra você - ela pegou o lençol da minha mão e começou a forrar o colchão.
- Ajuda? - perguntei.
- Não precisa, pode ir trocar de roupa, ou fazer não sei o que lá - ela olhou pra mim e sorriu.
Fui para o banheiro, e bom, eu tinha que tomar banho, mesmo com aquele frio todo. Tirei minha roupa, e entrei em baixo do chuveiro, pulando pro frio passar.
Eu nunca tomei banho tão rápido na minha vida, mas com um frio desse...
Lógico que eu iria seduzir a Day e iria sair só de boxer, que ideia! Escovei meus dentes e dei uma ajeitadinha (lê-se: bagunçadinha) no cabelo e sai do quarto. Frio da porra! Day estava mexendo no celular deitada na cama com as pernas pra fora, e ria de alguma coisa. Dá pra você me notar aqui?Eu tô morrendo de frio, e quero me enfiar em baixo das cobertas. Obrigado.
- Day, pode usar o banheiro - ela olhou pra mim, olhou pro celular, e depois me olhou de novo. Day se sentou, e eu caminhei até o colchão, sentindo seu olhar sobre mim. Haha, eu consegui. Depois que me enfiei em baixo das cobertas, ela ainda me olhava e mordia os lábios. Mordia os lábios? Oh, hohoho, gosto muito.
Ela pareceu despertar dos seus pensamentos que eu gostaria de saber quais, levantou e entrou no banheiro.
Uns 5 minutos depois, eu escutei ela falando algumas coisas, meio irritada, e ela falava português, então, eu não sabia merda nenhuma.
- Tudo bem ai Day? - gritei.
- Ah, sim, só que tá muito frio, e eu to tentando entrar já faz 5 minutos! - eu ri pelo nariz.
- Entra, dança, pula, rebola, faz tudo pra esquentar - ela riu alto.
- Sou craque nisso, pode deixar. Ai caralho, entrei! - balancei a cabeça rindo. Ela era doidinha coitada.
10 minutos depois, Day saiu do banho, com um casaco moletom e uma calça. Ainda bem. Nos pés ela estava com uma meia de joaninha.
- Minhas meias são lindas né? Eu sei - ela mexeu com os pés.
- São uma graça, depois me empresta - ela riu e se jogou na cama.
- Boa noite Justin.
- Boa noite Day.

- Justin? - alguém me cutucava.
- Hum?
- Tá acordado?
- Não, não, tô sonâmbulo.
- Humm, ignorante. Deixa, vou conhecer a cidade sozinha - depois eu percebi que era a Day.
- O que?Oi? - me levantei e passei a mão no rosto.
- Nada, eu só queria conhecer a cidade, pensei que você seria a melhor pessoa pra me guiar, mas você tá dormindo.
- Não, eu durmo quando chegar. Desculpa, é que eu ainda não tinha acordado direito.
- Pode voltar a dormir, sério. Você tá de férias, tem que descansar.
- Até parece que eu vou dormir enquanto você tá andando por ai sozinha, cheio de tarados, e com risco de se perder. Espera 1 minuto que eu vou me trocar.

- Que horas são?- bocejei enquanto fechava a porta de casa.
- 8:00 - Day sorriu tipo " sim, eu te acordei essa hora, me prenda por isso "
- Tudo bem, onde você quer ir primeiro?  - perguntei enquanto descia as escadinhas da entrada.
- Vamos no Avon? Ah vamos? Diz que sim - ela me balançou.
- Ok, ok, vamos - ela se agarrou no meu braço e fomos andando.
Estava contando sobre a primeira vez que bati a cabeça no vidro, porque ela disse que nunca entendeu como eu conseguiu aquilo, e quando olhei pro meu lado, Day tinha sumido.
- Dayane? - perguntei olhando ao redor e nada. - Para de brincar Dayane, sério, se eu te perder, seu pai me mata, me castra! - de repente, sinto algo gelado na minha nuca. Olhei pra trás, e sim, Day tinha acabado de me acertar com uma bola de neve e certamente estava morrendo de rir do meu desespero e da minha cara de cu.
- Eu precisava fazer isso! Sabe como é né, lá no Brasil não neva, e meu sonho era fazer isso com alguém - ela se aproximou.
- E essa pessoa foi eu, que legal, só acho melhor você correr - eu disse me abaixando, pegando um pouco de neve e fazendo uma bola.
- Você não vai fazer isso, vai? - ela perguntou dando passos para trás e eu sorri. Logo depois ela começou a correr, e eu atrás dela, joguei a bola de neve, acertando suas costas.
Ficamos brincando com neve por uns 15 minutos, no final, acabamos deitando e fazendo anjinho haha.
- O meu tá mais bonito - eu disse olhando para os " anjinhos " que fizemos.
- Não vale, você é mais experiente que eu - ela fez bico e eu ri.
- Agora vamos, se não vai ficar tarde.

E nossa tarde passou voando, fomos ao Avon, Day tirou algumas fotos, ela me fez entrar em algumas lojas pra comprar umas coisinhas, almoçamos, depois fomos a igreja onde eu frequentava quando morava aqui, e por incrível que pareça, até agora não apareceu ninguém para tirar foto ou pedir autógrafos. Eu estava me sentindo um garoto normal ao lado dela. Um garoto como todos os outros, que veio passar o Natal na casa dos avós, que está passeando com sua "irmã". Day viu uma cabine de photobooth e deu a louca, e fomos até lá tirar algumas fotos. Acabamos no Starbucks, ela tomando cappuccino descafeinado, porque segundo ela, odeia café, e eu tomando chocolate quente.

- Cansada, e você? - ela colocou as pernas em cima das minhas. Abusada.
- Também, mas foi bom né?
- Muito legal! Foi ótimo passar o dia com você Justin. Obrigada por me aturar - ela sorriu.
- Realmente, você é uma chata! - revirei os olhos de brincadeira e ri.
- Ei! - ela deu um tapinha no meu ombro e rimos juntos.
- Tô brincando Day, foi ótimo passar o dia ao seu lado. Ninguém veio me pedir autógrafos ou fotos, e isso foi bom. Me sinto, normal - suspirei.
- Justin, você é normal! Quer dizer, dã, tudo bem, que você tem um certos problemas mentais, sei lá, só acho, mas enfim, você é um como um garoto qualquer Justin, você apenas tem um profissão diferente, mas você é como qualquer outro garoto de 18 anos!
- Obrigado pela parte que me toca, você também é super normal né? - apertei suas bochechas e ela me deu língua - Mas as vezes eu gostaria de voltar tudo sabe...As vezes cansa.
- Agradeça a Deus por está onde você está hoje, se Ele colocou isso na sua vida, é porque Ele sabe que você seria forte o suficiente pra aguentar - ela piscou.
- Cara, você tem 14 anos ou 34? - ela riu. Ahhh, a cada dia que passava, aquela risada era músicas para os meus ouvidos, e o seu sorriso era o que me fazia sorrir. Sem dúvidas, eu estava apaixonado.

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Ei sweetheart, tudo bem com vocês? Bom, minha primeira postagem do ano, hahaha.
Como foi o ano de vocês? Espero que tenha sido bom!
Então, pessoal, como vocês podem ver, eu estou escrevendo essa fic desde novembro do retrasado eu acho, hahaha. Então, na fic é tipo que 2010, só que, eu tinha 13 e o Juss 17 em 2010. Entao, pra nao ficar muito atrasado, eu fiz mudanças de ano, é 2011, eu tenho 14 e o Juss 18, pq se não né... hahahha.
Eu preciso terminar essa fic, a outra já tem o primeiro capitulo pronto!
Beijosssss, espero que gostem desse capitulo.
Ah, e obrigada pelos comentários do post anterior, e Thalita Moreira, obrigada por ser fiel a mim linda, obrigada pelos parabéns, te desejo tudo em dobro nessa vida, q voce possa ser muito feliz, e claro, conhecer o Juss, haha, um beijo p vc lindaa!
amo todas vocêssss com todo o meu  coração

8° capítulo de Over Again - We are young

“Festa hoje na minha casa, te pego às oito. Pode levar duas amigas”. Li a mensagem do Justin e fiquei bem animada. Tipo, é a festa de um astro pop, imagina quem vai estar lá. Estava indo para a casa com a Kate, saímos cedo terça-feira porque o Fred tem aula de oboé (eu acho isso meio gay), e tem que fechar antes. Eram seis e meia da tarde. Dei o celular para a Kim pra ela ler a mensagem.
- N-na casa do Justin? Tipo, na casa do Justin Bieber? – Assenti – Acha que o One Direction vai estar lá?
- Tenho quase certeza.
- Você tá me chamando?
- Claro,né vaca! – A abracei de lado. - E mais quem?
- Kim, óbvio! – Seguimos para a minha casa e ela se arrumou lá.
Coloquei essa roupa:



















Não sei bem como me vestir, tipo, é uma festa na casa do Justin Bieber. Kim chegou lá um pouco antes de Justin chegar. Quando eram oito horas em ponto, ele estava lá. Descemos e entramos no carro e ele nos velou até a festa. Deus, a casa dele é absolutamente perfeita. Na entrada da sala de estar, tem uma fontezinha na frente de uma escadaria enorme que se expandia conforme você vai subindo.
- Bom, meninas, a festa está sendo aqui em baixo, se vocês quiserem ou tiverem oportunidade para fazer outra “festa”, usem o segundo quarto à esquerda do segundo andar. Tem bebida e comida lá na área da piscina. Divirtam-se... – Ele mal terminou de falar, e elas já estavam espalhadas pela casa.
- Bom...
- Vem cá, vou te apresentar pros meus amigos.
- Que amigos?
- Alguns. – Ele me pegou pela mão e me levou até a área da piscina. Tinha umas quinze pessoas na piscina jogando água umas nas outras, gente se pegando perto da churrasqueira, gente bebendo perto do barzinho improvisado e o Home Theater Apple em cima da bancada berrava a música We are Young do fun. Continuei andando, tentando não tropeçar em copos no chão. Quando voltei a olhar pra frente, Zayn, Louis e Harry estavam ali. – E aí caras. – Justin deu um “abraço-aperto-de-mão” nos três.  – Essa aqui é a Giovanna...
- É ela por quem você estava chorando aquele dia? – Louis disse sem a menor cerimônia e Harry deu uma cotovelada na sua barriga o fazendo perder o ar por alguns segundos.
- Prazer em conhecê-la. – Harry me cumprimentou, Zayn fez o mesmo e depois Louis que ainda estava um pouco vermelho depois da porrad* que levou de Harry.
- Você tá bem? – Perguntei, tentando ser educada.
- Sim, mas acho que vou ter que fazer reposição de órgãos. – Ele olhou para Harry, que levantou os braços em defesa.
- Zayn, não vai dizer nada? – Justin disse.
- Dizer o que? Quer dizer, ela é... Muito bonita. – Ele passou a mão no cabelo. Tenho que admitir, amo o estilo bad-boy que ele tem.
- Fiquem aqui com ela que eu vou falar com resto do povo. - Ele saiu e me deixou com os três. A falta de assunto reinava. Falei para eles virem se sentar comigo numa espreguiçadeira que estava sem copos ou pessoas quase se comendo. Zayn se sentou à minha direita e Harry à esquerda
- Conhece alguém aqui, além do Justin? – Zayn perguntou-me
- Conheço. Trouxe duas amigas comigo. Kim e Kate. Mas fora elas e Justin, ninguém.
- Onde estão elas? – Harry perguntou, interessando-se mais pela conversa
- Não. Sei, mas Kate está com uma blusa rosa e Kim com um vestido preto. – Nem terminei de falar e ela já tinha saído.
- Ele é assim mesmo. Está meio desesperado pra comer alguém.
- Eu deveria aconselhá-lo à ir na Kate. Ela o ama. – Sorri
- E aí, o que você faz da vida?
- Eu, basicamente, sou garçonete...
- Ah, que legal, onde?
- Hooters. – Senti minhas bochechas queimando. Odeio falar onde eu trabalho.
- Quer dizer o Hooters. Aquele das garçonetes com aquelas roupas sexys?
- É.
- Não fica com vergonha. Na minha opinião, trabalhar no Hooters como garçonete, é tipo ser uma Angel. Você sabe... Modelo da Victória Secrets.
- Eu já quis ser modelo, mas sei lá. Não acho que sou bonita o suficiente pra isso.
- Claro que é...
- Ah...Tudo bem. – Nessas horas é melhor concordar.
- E você e o Justin...Estão namorando? – Ele bebeu um pouco da bebida que ele tinha em mãos, provavelmente, vodka. Senti o cheiro.
- Não sei bem... Ele não me pediu em namoro ainda. Mas sei lá. – Falando nele, onde ele está. Tá demorando um pouco.
- Ah sim. – Acho que vi um sorriso no seu rosto. – Você chegou agora pouco, não quer beber nada?
- Claro... – Ele se levantou e pegou um copo de plástico vermelho e me deu. Nem sei o que é, mas é bom.
- Quer ir dançar? É uma festa. – Assenti e fomos dançar. Me senti um pouco estranha, quer dizer, Justin e eu ainda não somos oficialmente namorados, não sei se é uma boa ideia. Começou a tocar música Turn up the music, do Chris Brown. Na perte do “If you’re sexy and you know it, put your hands up in the air”, Zayn pegou meus braços e os jogou para cima. Era estranho, eu sei, mas eu ainda tinha a desculpa de que o Justin não havia me pedido em namora ainda... Uma desculpa, porque eu realmente queria ficar dançando com o Zayn. 
Justin P.O.V.
Peguei um copo com batida de morango, raspaberry e vodka para ela e para mim. Eu estava indo entregá-lo para ela, mas a vi dançando com Zayn, e confesso, isso me deixou um pouco abalado. Isso é meio gay, mas me deixou abalado, e fod*-se. Eu ainda não tinha a pedido em namoro, mas acho que uma transa não é namoro mas, significa bastante. Agi normalmente até a hora que eu deixei Kate na casa de Kim com mais dois caras, depois fiquei calado. Não totalmente calado, mas respondendo com “uhum” e “é”.
- Amor, o que houve? Você demorou a aparecer e tá estranho agora comigo... – Ela disse calmamente quando eu parei o carro em frente à porta do prédio.
- Deve ser porque a minha namorada estava dançando com outro cara.
- Então quer dizer que eu não posso dançar com mais nenhum amigo? E pelo que eu saiba, não sou sua namorada ainda, porque você ainda não me pediu. – Seria uma boa hora para pedi-la em namoro, se eu não estivesse tão put*.
- Amigo? Eu vi o jeito que ele estava te olhando. E acredite em mim, nenhum cara olha para uma garota daquele jeito a não ser que ele queira leva-la para a cama com ele. E acho também que o sexo que fizemos não é namoro, mas significa bastante. Ou, pelo menos, é o suficiente pra você não ficar esfregando essa sua bunda enorme em outro cara, mesmo que eu não tenha te pedido em namora ainda!
- Mas não pediu ainda! Portanto, não é oficial! – Ela gritou, igualando-se ao meu tom de voz.
- E talvez não peça!
- Então eu estava certa, você só queria transar comigo?! É isso?!
- Não, mas se você quiser que seja!
- VOCÊ ME IRRITA PRA CARALH*, SABIA? – Ela começou a gritar ainda mais
- ENTÃO PORQUE AINDA TÁ AQUI?
Giovanna P.O.V.
- AAAH! – Gritei, exausta de brigar, saí do carro e bati a porta.
* * *
Na semana seguinte, depois de ficar só no trabalho e em casa, saí com Mason. Kim tinha que ir ao casamento do tio e Kate, tinha que jantar com os pais. Sim, eu ainda pensava muito no Justin
- E quer saber? Ele nem era tudo isso. – Bebi mais um gole da minha garrafa de Jack Dainiels, que é a minha bebida preferida depois de champagne.
- É. – Mason sabia que é melhor concordar comigo quando alguma coisa dessas acontece.
- E dane-se, eu sou jovem. Vou, com certeza, encontrar alguém melhor que ele.
- Concordo com você. – Eu senti que já estava começando a ficar bêbada. Depois de duas garrafas e meia de Jack Dainiels, música alta de balada, Mason me levou para casa.
- Qué entra naum?
- Acho melhor não. – Ele olhou para baixo.
- Ah, entra, só um poquinhu. – Eu ainda estava com a segunda garrafa na mão e bebi mais um gole
- Acho melhor você parar de beber isso. Me dá aqui. – Eu levantei a mão e ele foi entrando tentando pegar a garrafa da minha mão.
- Viu, voxê entro. – Fechei a porta atrás de mim. Eu comecei a ficar meio enjoada, então, corri para o banheiro e vomitei. Senti a mão do Mason segurando o meu cabelo. Fiquei ali até o mal-estar passar e fui para o quarto, com Mason me ajudando e levando a minha garrafa na mão. Eu já estava conseguindo ficar em pé, mas o efeito ainda estava correndo no meu sangue. Eu troquei de roupa, mas só percebi que Mason estava sentando na minha cama quando terminei de colocar a blusa do pijama. E também não pude deixar de reparar que ele estava excitado. 
- E-eu acho melhor eu ir andando. – Ele gaguejou e foi andando até a porta, mas eu o puxei de volta. Ele estava parecendo mais bonito do que o normal, deve ser a bebida. Eu devia estar com merd* na cabeça, tipo, o que? Ele é o meu melhor amigo. Depois disso, só me lembro dele beijando o meu pescoço e mais nada.
                                                                                                                                                                    
Oi lindinhas, tô gostando muito da atenção de vocês aqui pra mim. Beijos esmagados na bochecha de vocês.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

7° capítulo de Over Again - Love to make love to you, baby - HOT

Notas iniciais do capítulo: Talvez seus ovários explodam, é o primeiro hot, ainda vão ter mais desses rçrçrç
                                                                                                                                                                         

Beijamo-nos por um tempo, cada vez mais rápido e cada vez mais quente, mas isso já não era mais o suficiente. Uma de suas mãos apalpava a minha bunda, e a outra, a minha coxa. Tirei seu casaco e ele me colocou no seu colo e me levou para o meu quarto e fechou a porta (só fechou, não tem chave pra trancar, rs). Ele me colocou na cama, ficou na minha frente e tirou a sua blusa preta de gola V que deixa ele mais sexy ainda, mas sem blusa é beeeeem melhor. “Nossa, como ele é gostoso. Quantas garotas se matariam para estar no meu lugar agora?”  Pensei comigo mesma. Ele ficou por cima de mim, beijou meu pescoço (o meu ponto fraco) e deu um chupão perto da minha clavícula que fez os pelos do meu corpo se arrepiaram e reduziu á pó todo o restinho de resistência que eu ainda tinha à ele. Depois, ele tirou a minha blusa e meu sutiã com alguma dificuldade porque eu estava deitada e passou sua língua pelo meio dos meus seios. Depois, ele se livrou de sua calça ficando só com uma boxer azul clara. Seu membro estava duro e o volume incrivelmente grande.
- Deve dizer que eu estou meio impressionada... Talvez até mais que meio impressionada. – Eu não conseguia desviar o olhar. Ele deu aquele sorriso de canto que eu amo, só que um pouco mais malicioso, tirou meu short e acariciou a minha vagina por cima da minha calcinha o que me fez arfar. Levantei-me e o encostei na parte de trás da porta, abaixei a sua cueca, segurei o seu membro e coloquei na boca. Ele pressionava a minha cabeça contra o seu membro. Ele deva alguns gemidos e a sua respiração estava absurdamente descontrolada, porém, excitante.
- Gi... Giovan... - Ele disse depois de uns dois minutos. Entendi o seu recado e retirei o seu membro da boca e ele gozou. Ele me empurrou novamente para cama e tirou a minha calcinha. Ele passava a cabeça do seu membro pelo meu clitóris.
- Vai logo Bieber – Pedi, mas ele me torturou por mais alguns segundos que pareceram anos até que eu não aguentava mais... E ele também não. Ele me penetrou lentamente, o que, até agora, foi a melhor sensação do mundo. Ele dava fortes estocadas, o que fazia que eu apertasse o travesseiro para reprimir gemidos. Ele riu disso.
- Eu sei que você não aguenta muito tempo sem fazer nenhum barulho... - Ele  começou a ir rápido demais, até que eu gozei, mas não gemi, como ele esperava. Ele retirou seu membro de mim e desceu, distribuindo selinhos pela minha barriga até chegar na minha vagina.
- Vamos ver se você não vai emitir nenhum gemido mesmo. – Ele sorriu maliciosamente e percorreu com a sua língua toda ela, dando alguns chupões. Uma hora ele chupou muito forte, o que fez com que a corrente de prazer que estava em mim desde que começamos a transar se transformasse em um gemido um tanto quanto alto. Tínhamos chegado ao clímax. 
- Agora sim... – Ele sorriu orgulhoso de si, subiu e me beijou mais calmamente e se deitou ao meu lado. Homens são tão orgulhosos depois que transam. Acho que nunca vou entender isso. 
- Eu te amo tanto, sabia?
- Sim... Sabia... – Eu encarava o teto
- Você não vai dizer que me ama? – Olhei para ele e sorri.
- Não...
- Como assim? – Ele se sentou e olhou pra mim por cima do ombro.
- Tô brincado, amor. – Sorri e o puxei de volta e deitei em seu peito. - Eu te amo muito, tá? Não esquece...  – Chamei-o de amor, mesmo? 
* * *
Acordei com um barulho de prato ou panela caindo às seis da manhã. Olhei para o lado e percebi que Justin já tinha se levantado. Sorri. Levantei-me, coloquei apenas uma blusa e um calcinha e fui de pantufas até a cozinha e fiquei olhando pra ele enquanto pegava as duas panelas que ele havia deixado cair. Ele olhou pra mim e estava com a bochecha suja de alguma coisa. Eu balancei a cabeça tipo “nossa, como você é idiota, não sabe fazer nada na cozinha”.
- Bom dia. – Ele sorriu e eu caminhei até ele.
- Bom dia... – Olhei para a frigideira. - O que você tá tentando fazer?
- Panquecas...
- Isso não está parecendo com uma panqueca...
- Eu sei...
- Deixa que eu faço... Mas fica aí e vê se aprende...
Justin P.O.V.
Ela pegou a frigideira da minha mão e começou a fazer as panquecas do jeito certo. Ela me encantava tanto. Ela me encanta ainda. Sei lá, acho que mesmo antes do jogo, eu já gostava dela, só que nunca tive certeza porque ela parecia inabalável. Acho que só havia falado com ela umas três vezes. Mas eu gostava, gostava da sua energia e de como ela atuava e ficava impressionado da maneira como ela colocar um pouco de si em cada personagem. Gostava de vê-la em campo junto com as outras cheerleaders e acho que é bom óbvio o porquê, sou homem, gosto de bundas e peitos, mas ela... Ela era diferente, eu gostava do conjunto da obra. Do corpo, da voz, do jeito, dela. Eu estava perdido no meio dos meus devaneios, analisando cada gesto seu, e ela chamou minha atenção novamente. Olhei bem para o seu braço...
- O que é isso no seu braço? – Ela soltou a frigideira e abaixou o fogo.
- Isso? – Ela apontou para seu pulso esquerdo e eu assenti com a cabeça – É uma tatuagem. Nevermind. Fiz depois que um babaca me traiu. – Ela sorriu e se voltou para o fogão novamente. E, ah, o jeito que ela lidava com as situações sempre me surpreendeu. Digo sempre porque acho que ela já foi ao mesmo acampamento que eu três anos seguidos, são mais ou menos, seis meses que eu vi essa garota que sempre ia com uma mala roxa que tinha um monte de frases escritas nela, a maioria de músicas do Guns’n’Roses.
- Nunca percebi... Só vi ontem aquela sua na costela, Dream without fear...
- É meio recente a do pulso. Tenho umas cinco... A da costela, essa do pulso, tenho Forever and ever no pé, que fiz com a Kate e a Kim, tenho um dreamcatcher na panturrilha direita e uma estrela de Davi no calcanhar esquerdo. Ainda quero fazer mais algumas, mas não sei o que... - Ela colocou a panqueca num prato. - É assim que se faz, entendeu?
- Ahan... Posso provar?
- Vai em frente. – Cortei um pedaço e comi...
- Nossa. Está delicioso. Onde aprendeu a cozinhar?
- Quando você mora sozinha... E não tem empregadas para fazerem as coisas pra você, você aprende a se virar sozinha. – Senti a “indireta”
- Tá me chamando de vagabundo?
- Tô. – Ela colocou as mãos na cintura, me provocando. Peguei o prato com a panqueca e estiquei no alto. – Me dá! Eu estou com fome!
- Não...
- ME DÁ ESTA MERD*!
- Então me chupa.
- ME DÁ ESTA PORR*! – Ela se debruçava no meu peito pra tentar pegar o prato
- Me dá um beijo antes – Coloquei o prato na pia atrás de mim, peguei-a no colo e a beijei.
Giovanna P.O.V.

Depois que ele me colocou no chão e continuou me beijando, peguei o prato atrás dele, sem ele perceber, parei de beijá-lo e corri para a sala.
- Você sempre arranja um jeito de escapar né?
- Parece que é um dom... – Sentei-me no sofá e liguei a TV e ele se sentou ao meu lado, tirou o controle da minha mão e tirou do canal que eu estava vendo, no caso, vendo Bob Esponja e colocou no Hollywood Life. O encarei com a minha cara de reprovação.
- Que foi? Assiste aí e vê se tem alguma coisa sobre você. – Concordei e assisti. Depois de um período de uma mulher loira oxigenada ficar falando cobre coisas fúteis, falou algo sobre o Justin...E eu.
“Nessa madrugada, o astro pop, Justin Bieber, foi visto entrando num prédio, que o porteiro indicou ser de Giovanna - Charles, filho da put*, pensei. - a garota que Justin Bieber teve, supostamente, um caso há dois meses e achamos que ele foi tentar reconciliação. Ao que parece, ele conseguiu se reconciliar com a menina, porque até agora, não saiu de lá. A equipe de fotógrafos e repórteres da Hollywwod Life estão em frente ao prédio esperando Bieber sair e se manifestar sobre o caso.”  Deixei o prato em cima do braço do sofá e abri a janela da sala do meu apartamento minúsculo. Sim, havia cerca de 10 pessoas lá embaixo com câmeras e todas aquelas coisas de mídia que tanto me irritam. Quando perceberam a minha presença, apontaram a câmera, mas eu logo saí da janela, nem vi se pegaram alguma coisa.
- Eles estão lá mesmo? – Ele me perguntou e eu assenti. – Que merd*, como eu vou sair daqui?
- Como EU vou sair? Tenho que trabalhar...
- Será que adianta eu ligar para o Kenny e o Moshe?
- Acho que sim, tenta...  – Ele ligou para o Kenny e o Moshe e meia-hora depois, enquanto eu me arrumava, eles apareceram lá na porta da minha casa e nos levaram até o carro. Eu acho meio idiota duas pessoas para apenas nos levar para o carro, mas, emfim. Depois que entramos no carro, Justin parou na frente do Hooters, me deu um selinho e eu saí.
 Fui recebida, como de costume, por Fred...
- Danada você, hein. Dormiu com o Bieber pra ficar grávida e pedir pensão. Esperta. – Ele deu uma piscadela irônica
- Não dormi com ele. – Menti. – E se tivesse dormido, usaria camisinha – Menti novamente e caminhei até o almoxarifado, onde guardamos as coisas durante o trabalho. Kate estava lá, deve ter acabado de chegar. – Amiga, tem pílula? – Ela me olhou com uma cara de “ontem teve, né danada?” e pegou uma cartela na bolsa e me entregou. Eu coloquei na bolsa e fui trabalhar. Na hora do intervalo, fui até a cozinha peguei uma garrafinha d’água e tomei a pílula, tomara que faça efeito.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

PARAAABENS PARA MIIIIIM!
15 ANINHOOOS! ÊÊÊ
by: day barreto

6° capítulo de Over Again - Trying not to love you


“Já faz dois meses que você está me ignorando. Esquece aquilo. Me perdoa” Dizia a última mensagem que ele me mandara. Ele vem tendo intermináveis tentativas frustradas de falar comigo. Quando eu fico magoada com alguém, crio uma bolha em volta de mim e tento me afastar ao máximo da pessoa, até que ela desista ou morra, sei lá. “A última música que eu lancei Boyfriend, é pra você...” Outra mensagem que eu ignoro. Quando ele liga, eu não atendo. Uma vez ele foi ao Hooters e tentou falar comigo novamente. Quando o vi entrando pela porta com Moshe, seu outro segurança, pedi para Kate atendê-lo. Não sei se vi bem, mas acho que ele enxugou uma lágrima. Ele está tentando se desculpar e ser fofo e carinhoso comigo, mas eu estou ignorando há dois meses. Tentar não amá-lo é difícil e está me dilacerando por dentro.
* * *
Passei a sexta à noite, das oito as onze, agora, lendo blogs de moda, comendo besteiras e bebendo vinho barato. Fui dormir e quando estava trocando de roupa escutei alguma coisa na janela, tipo uma pedra, mas ignorei. Uns segundos depois, o mesmo barulho. Abri a janela do meu apartamento no primeiro andar, olhei para baixo e ele estava lá, jogando pedras na minha janela. A Ferrari branca, nada discreta, estava estacionada atrás dele.
- O que você quer?! – Perguntei
- Você! Eu quero você!
- Mas não deu pra entender que eu não quero?! Tenho que desenhar pra você entender, idiota?!
- Claro que quer! Eu sei que você me ama! Só não quer admitir! – Convencido.
- Você é tão clichê!
- Sou! E você ama clichês! Me disse isso na cabana do lago no verão! – Isso é verdade
- Pode fazer o favor de parar de gritar?! Os vizinhos vão começar a reclamar!  O Sr. Silverstone dorme às nove!
- Você não vai me escutar!
- Quem disse que eu quero?!
- Vamos. Me deixa subir!
- Não! Nem pensar.
- Por favor, tá frio! – Estávamos no final de novembro, estava realmente muito frio. Como eu acho que já disse, odeio ver pessoas assim... Não acredito que vou fazer isso. Merd* de senso que eu adquiri num programa que dava pontos extras na escola quando fazíamos trabalho comunitário no bairro. Tipo um extracurricular – Sobe...
- Qual é o apartamento?
- 102... – Esperei uns dois minutos e abri a porta para ele e ele entrou. Fechei a porta
- Hmm. Vinho. – Ele se serviu na minha taça.
- Pode pegar. – Disse irônica. Ele bebeu um gole e fez uma cara feia
- É vinho seco isso?
- Sim... 75% de álcool – Sorri implicantemente
- Alcoólatra
- Frouxo
- Gostosa – Revirei os olhos.
- O que você quer hein?
- Você. Eu já disse. Quero que você me perdoe. Só isso. Se você me perdoar, nunca mais faço nada parecido – Ele colocou a taça no lugar.
- Como vou saber que você não está mentindo. De novo. – Fiz uma menção implícita do jogo que fez ele me iludir, há quatro anos.
- Acredite, eu não estou. Nunca na minha vida toda eu corri atrás de uma garota tanto quanto estou correndo atrás de você. Deve ser por que você me ignora e é tão difícil de chegar a você quanto descobrir todas as redes de estratégias da CIA. Ou sei lá...
- O que você fez não dá pra perdoar. Dá pra acreditar que eu quase perdi a minha virgindade por causa da porr* de um jogo de verdade ou consequência que você jogou só para não ferir a merd* do seu orgulho?
- Olha. Eu sei que eu fui um idiota, imbecíl naquele verão, mas me perdoa, por favor. Eu estou te pedindo desculpa já tem dois meses. Mas você não atendia ao telefone, não respondia as mensagens e até mandou a sua amiga ruivinha me atender no restaurante só porque não queria falar comigo. Aquilo me despedaçou e eu acabei passando o resto do dia chorando. – Ele deu uma pausa. Ele estava chorando mesmo naquele dia. Ele percebeu que eu não falaria mais nada e prosseguiu. - Por que você não aceita as minhas desculpas e não para de me rejeitar? Por que você simplesmente não aceita se apaixonar por mim? É tão difícil pra você se apaixonar por cara que te ama e só quer o seu bem? – Essas palavras realmente me tocaram. Quase deixei transparecer algum tipo de emoção.
- “Um cara que te ama?” – Repeti a frase dele.
- Esse cara sou eu... – (Desculpa gente, não resisti... kkkk)
- Não sei... Já me magoei tanto com esse histó... - Ele revirou os olhos, se aproximou, colou nossos corpos e me beijou. Ele sempre faz isso quando não quer que eu o enrole, e é muito bom nisso. Parei o beijo e o encarei. Eu estava caindo no seu feitiço aos poucos. Toda vez que eu olho pra ele, me sinto nostalgicamente bem.
- Muito melhor que no acampamento... - Sorri
- É porque agora eu sei o que eu estou fazendo